TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Corregedoria encerra correição presencial em 2023 na comarca de Poconé

Corregedor-geral da Justiça do Estado de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira, encerrou as atividades de correição presencial do ano de 2023. A atividade foi realizada quarta-feira (29) na Comarca de Poconé (a 104km de Cuiabá, na região pantaneira do Estado). A comitiva da Corregedoria foi recepcionada pela juíza diretora do Fórum, Kátia Rodrigues Oliveira.
 
“Estou há 8 anos na Comarca e vejo como Poconé precisava de um Judiciário atuante. Temos aqui servidores comprometidos, que não medem esforços para prestar o melhor atendimento à população poconeana. Hoje estamos extremamente felizes em receber a Corregedoria. Queremos mostrar o tanto que temos nos dedicado à Justiça, e principalmente, como estamos dispostos a aprender e a corrigir nossos erros. Pois Poconé merece um atendimento de primeira e é nisso que temos que focar”, declarou a magistrada.
 
A visita a Poconé teve início com a tradicional foto oficial da comitiva da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, registrada em frente ao prédio dos Fóruns, ao lado de servidores da Comarca e a magistrada Kátia Rodrigues. Seguida pela reunião de trabalho, no plenário do Tribuna do Júri.
 
O evento contou com a participação do secretário-adjunto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção de Várzea Grande, que atua em Poconé, Luiz Eubank, que elogiou os esforços realizados pela magistrada para melhoria dos serviços no fórum. “Quando fui eleito na OAB o meu compromisso era brigar para trazer a 2ª Vara para Poconé, na época tramitavam aqui 13 mil processos e hoje temos 3400, isso só mostra a eficiência, competência e dedicação da juíza e dos serventuários da justiça. Só temos gratidão.”
 
Ao longo de 2023, a Corregedoria realizou correições em 135 unidades judiciárias. O objetivo dessas visitas é promover a integração da Corregedoria com as unidades judiciárias e ao mesmo tempo atender a determinação do artigo 54 do Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que diz que compete à Corregedoria apurar eventuais deficiências nos serviços judiciais. “Tenho dito em todos os encontros que nosso trabalho não é de simplesmente punir, mas sim de co–reger, reger em conjunto para entregar aquilo que nossos jurisdicionados tanto precisam. Não poderia de deixar de citar, minha satisfação com a manifestação do advogado Luiz Eubank sobre a eficiência do serviço prestado pela magistrada e por todos os servidores. Esse é o Selo Diamante que muito me conforta”, avaliou o corregedor.
 
Destacando a importância da integração, a programação contemplou um bate-papo sobre Gestão de Gabinete, ministrada pelo juiz Emerson Cajango, que realiza juntamente com sua equipe todos os trabalhos correcionais in loco. “Muitas vezes no dia a dia, com a rotina de trabalho esquecemos de observar algumas situações que podem melhorar nossa performance com o CNJ. E nesse bate-papo apresento dicas e sugestões de como monitorar nosso trabalho no gabinete e na secretaria para alcançarmos os objetivos pretendidos”, citou o juiz auxliar.
 
Também participaram do encontro a defensora pública, Clarissa Maria da Costa Ochove, e a tabeliã interina do Cartório da Comarca, Katiuscia Sumaya Correa Miranda.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1 – Equipe da Corregedoria e servidores de Poconé em frente ao fórum. Foto 2 – Corregedor fala com magistrada e servidores da comarca
 
Alcione dos Anjos 
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Oficinas ajudam a construir Judiciário mais preparado para os próximos anos”, avalia juíza

“As oficinas são fundamentais para ouvirmos diferentes setores e construirmos um Judiciário mais preparado para os próximos anos”. A avaliação é da coordenadora do InovaJusMT, juíza Joseane Quinto Antunes, no primeiro dia da Oficina de Escuta Cidadã, iniciada nesta terça-feira (6) em Cuiabá. A programação, realizada nos períodos matutino e vespertino, integra a construção do Planejamento Estratégico do Poder Judiciário de Mato Grosso para o ciclo 2027–2032. As oficinas serão realizadas até o dia 8 de maio, no Complexo dos Juizados Especiais.

Ao longo da tarde, representantes de diferentes segmentos participaram das atividades, contribuindo com percepções, críticas e sugestões sobre o funcionamento da Justiça. Para a magistrada, o formato adotado tem se mostrado essencial para ampliar o diálogo institucional e qualificar o processo de planejamento.

“É assim que a gente consegue, numa mesa, ouvir pessoas diferentes, de setores diferentes e que demandam a Justiça de forma igual. Isso ajuda diretamente na construção de um Judiciário mais alinhado com a realidade e com as necessidades da população”, destacou a juíza.

Ainda segundo a magistrada, a iniciativa reforça a importância da escuta ativa como ferramenta de gestão. “A Justiça tem que estar sempre afinada com o público, com os cidadãos, e para isso a gente precisa dessa construção coletiva. Esse espaço foi construído exatamente para isso. O Tribunal de Justiça inova ao promover escutas ativas dos cidadãos, dos servidores e magistrados, para entender as demandas e construir um planejamento estratégico mais focado no que realmente é necessário”, afirmou.

Entre os participantes da oficina, o advogado e representante da Comissão de Direito da Saúde da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso, José João Vitaliano Coelho, também avaliou positivamente a iniciativa, ressaltando a importância de incluir a advocacia no processo de construção do Judiciário.

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“É muito importante escutar a advocacia, porque estamos na base, em contato direto com o cidadão. O Judiciário já evoluiu muito, mas sempre há espaço para melhorias, especialmente na área da saúde pública, que ainda enfrenta desafios significativos”, pontuou.

Durante sua participação, o advogado apresentou contribuições voltadas à melhoria da efetividade das decisões judiciais, especialmente em demandas urgentes. “Mesmo com liminares deferidas, ainda há dificuldades no cumprimento. Isso pode impactar diretamente a vida do cidadão, que muitas vezes depende de atendimento imediato”, alertou.

Ele também sugeriu medidas para dar maior celeridade aos processos. “Uma das propostas é garantir mais efetividade às decisões, evitando exigências que acabam atrasando o atendimento em casos de urgência. Além disso, o Judiciário poderia contar com assistentes sociais para auxiliar na análise da realidade dos pacientes e tornar as decisões ainda mais eficazes”, acrescentou.

De acordo com o coordenador de Planejamento (Coplan) do TJMT, Afonso Vitorino Maciel, o planejamento estratégico tem sido, ao longo dos ciclos, um dos principais motores das transformações vivenciadas pelo Tribunal.

“Identificamos o primeiro ciclo do planejamento do Poder Judiciário de Mato Grosso em julho de 2010. Naquele momento, foi estruturado o primeiro planejamento estratégico voltado à melhoria da organização interna, da estrutura física, do ambiente de trabalho e da qualidade do atendimento, com base em estudos voltados à modernização da Justiça”, disse.

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Segundo o coordenador, o segundo ciclo deu continuidade a esse processo, com foco na ampliação da eficiência e no aperfeiçoamento dos fluxos de trabalho, acompanhando o crescimento da demanda e a necessidade de respostas mais céleres por parte do Judiciário.

“Agora, vivenciamos o terceiro ciclo, marcado pela transformação digital. Muitos se lembram que, no passado, o Judiciário operava com diversos sistemas simultâneos. Hoje, esses sistemas estão sendo unificados em uma única plataforma, o PJe, que integra o sistema nacional de Justiça. Essa evolução exige planejamento consistente e participação coletiva. E agora, nesse quarto ciclo, contamos com a colaboração de todos para esse trabalho de construção”, conclamou Maciel.

A Oficina de Escuta Cidadã segue até o dia 8 de maio, com encontros estruturados para ouvir diferentes perspectivas sobre o funcionamento do sistema de Justiça. A iniciativa, que envolve a colaboração entre a Coordenadoria de Planejamento e o InovaJusMT, busca consolidar um planejamento estratégico mais inclusivo, eficiente e alinhado às demandas da sociedade, fortalecendo o compromisso institucional com a inovação e a participação social.

No dia 07 serão tratados os temas “Direitos, Inclusão e Proteção Social” e “Conciliação, Mediação e Solução de Conflitos”. Já no dia 08, as oficinas serão sobre “Justiça Digital e Sistema de Justiça” e “Futuro do Judiciário, Inovação e Sociedade”.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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