TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Presidente Clarice Claudino apresentará boas práticas da Justiça Restaurativa em congresso nacional

Publicados

em

As boas práticas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) na promoção da Justiça Restaurativa no âmbito educacional será o tema da apresentação da presidente Clarice Claudino da Silva, no XI Congresso Brasileiro Magistrados Espíritas. Na ocasião, a desembargadora deve falar sobre o trabalho de fomento para a realização de Círculos de Construção de Paz nas instituições de ensino públicas e privadas do estado, como ferramenta de pacificação social.
 
A apresentação de “Boas Práticas – Justiça Restaurativa na Educação” será realizada neste sábado (11 de novembro), às 11h30.
 
Às 14h, a desembargadora também irá presidir um painel sobre a Tolerância Religiosa nos Tribunais, em acordo com a Resolução 440/2022 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A discussão contará com a participação da juíza da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e da conselheira do CNJ e desembargadora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Salise Monteiro Sanchotene.
 
Em sua 11ª edição, o congresso reunirá magistrados de todo país em torno da temática “A magistratura no século XXI e a doutrina espírita”. O encontro ocorrerá nesta sexta e sábado (10 e 11 de novembro). O primeiro dia de atividades acontecerá no Polo de Justiça, Cultura e Cidadania e o segundo, no Hotel Kubitschek Plaza.
 
O evento é uma realização da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas (Abrame).
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Comarcas alcançam 93% no eixo produtividade do Prêmio CNJ e TJMT se aproxima do Diamante
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Capacitação amplia Rede de proteção a mulheres em Guarantã do Norte

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Fórum de Várzea Grande terá espaço adequado para atendimento da população

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA