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Mais de 1,6 mil casas visitadas na primeira semana do mutirão contra a dengue

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O mutirão de combate ao mosquito Aedes Aegypti teve início na semana passada, e tem como lema “Seja um Agente em Sua Casa”. Entre os dias 02 a 06/10 foram visitadas 1.677 casas no Jardim Violetas, com 73 focos do mosquito encontros. Os trabalhos por lá seguem ao longo dessa semana. Além das vistorias e orientações, às áreas institucionais já foram limpas pela Secretaria de Meio Ambiente.

O mutirão irá passar por seis bairros de Sinop, teve início pelo Violetas, depois vai para o Oliveiras I e II, na sequência Imperial, Boa Esperança e finaliza no Celeste, a previsão é de que os trabalhos sejam concluídos até o fim do mês. Um trabalho que conta com o apoio da população para combater esse mosquito, que apesar de pequeno transmite doenças como dengue, zika e chikungunya.

O coordenador de endemias destaca que as chuvas começaram por isso os cuidados não podem parar. “É importante que toda comunidade tenha um agente em sua casa, pois se cada um fizer a sua parte vamos conseguir reduzir as estatísticas e combater esse mosquito. A gente pede ainda que os moradores façam uma vistoria nos quintais para eliminar os criadouros e manter os recipientes que possam acumular água fechados para proteção de todos”, pontuou o coordenador.

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Ressalta ainda a importância de receber o agente de endemias. “Durante esse período a gente pede para que os moradores recebam os agentes em suas casas, lembrando que todos usam uniformes e crachá de identificação, além disso em caso de dúvidas pode entrar no site da prefeitura e ver as fotos com nome e matrícula de cada servidor, ou entrar em contato pelo fone 66 9994-8559”, explicou Alef.

De acordo com os dados epidemiológicos de janeiro a setembro foram 2.926 notificações, deste total 402 casos de dengue foram confirmados, três deles evoluíram para grave e um óbito foi registrado.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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