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Corregedoria Participativa movimenta comarca de Chapada dos Guimarães 

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Nessa quarta-feira (07), vespera de feriado da Independência do Brasil, uma comitiva da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MT) movimentou Chapada dos Guimarães (62 km da Capital) com o Programa Corregedoria Participativa.
 
Usando peças de  roupas ou adereços da cor amarela, em alusão ao Setembro Amarelo, os integrantes da Corregedoria se uniram ao juiz-diretor do Fórum, Leonísio Salles de Abreu Júnior, juiz Renato José de Almeida Costa Filho, e servidores da Comarca de Chapada para registrar o momento de integração em frente ao prédio do Fórum.
 
O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, lidera o programa que chega a 31ª comarcas desde o início da atual gestão.  A comitiva ainda é composta pelos juízes-auxiliares Christiane da Costa Marques Neves e Emerson Cajango. 
 
Enquanto Emerson Cajango permaneceu no Fórum, para ministrar a palestra Gestão de Gabinete ao público interno e conduzir correições nas unidades judiciais da comarca atendendo à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a juíza-auxiliar Christiane da Costa Marques Neves acompanhou o corregedor nas reuniões institucionais em Chapada.
 
A agenda institucional incluiu visita a 1ª Companhia Independente de Polícia Militar. Lá foram recepcionados pelo comandande da unidade, o Ten Cel PM Lupércio Cabral Santos, e pelo Capitão PM Alan Augusto dos Santos. Uma das discussões foi sobre a instalação da Patrulha Maria da Penha e ações de combate a violência doméstica contra a mulher.
 
Depois seguiriam para o Paço Municipal onde foram recebidos pelo prefeito Osmar Froner e a procuradora geral do município, Rosane Itacaramby. Entre as pautas tratadas, o projeto Família Acolhedora, da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja). 
 
Os magistrados também cumpriram agenda na sede do Ministério Público em Chapada, conversaram com a promotora Solange Linhares. Em seguida, o corregedor foi até o Núcleo da Defensoria Pública para se reunir com o defensor público, Rubens Vera Fuzaro Júnior. Nas duas reuniões o corregedor-geral colocou a CGJ à disposição dos representantes das instituições para parcerias em prol de uma melhor prestação jurisdicional.
 
Christiane da Costa Marques Neves ainda cumpriu agenda na Delegacia de Chapada, com o delegado, Marlon Conceição de Luz, e foi a Casa de Acolhimento “Lar Alana Celine”.
 
“O propósito da Corregedoria Participativa é aproximar o Poder Judiciário da sociedade civil e dos seus jurisdicionados, colhendo sugestões de melhorias da prestação da tutela jurisdicional”, afirma desembargador. “A interação direta com os representantes da comunidade é uma oportunidade para identificar desafios, compartilhar conhecimentos e reconhecer boas práticas que possam ser replicadas em outras comarcas”, completou.
 
O Programa Corregedoria Participativa visa garantir uma Justiça mais acessível e eficiente, considerando as especificidades e demandas de cada comarca.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem. Foto 1– Comitiva da Corregedoria Participativa se une a magistrados e servidores em frente ao Fórum. Foto 2 – Visita a 1ª Companhia Independente de Polícia Militar. Foto 3 – Corregedor e juíza-auxiliar são recebidos pelo prefeito Osmar Froner e a pela procuradora do município, Rosane Itacaramby. Foto 4 – desembargador Juvenal e defensor Rubens Vera Fuzaro Júnior. 
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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