POLÍCIA FEDERAL
PF apura desvio de verbas públicas destinadas à saúde
Lages/SC. A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (25/5) a operação Teste Falso, com o objetivo de apurar o desvio de cerca de R$ 400 mil em verbas federais destinadas à saúde pública em município de Santa Catarina.
Na ação, a PF cumpre sete mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, com o fim de obter provas sobre possíveis fraudes na elaboração de exames de Covid-19 na cidade de Curitibanos/SC. Além da autorização para realização das buscas, foi decretado o sequestro e a indisponibilidade de bens dos envolvidos.
Instaurado no ano de 2022, o inquérito policial teve início com o compartilhamento de informações encaminhadas pelo GAECO/SC, narrando possíveis fraudes na elaboração de exames RCT-PCR, utilizados na identificação de contaminados pelo vírus da COVID-19.
As investigações apontaram indícios de que alguns laboratórios sediados na cidade catarinense teriam aplicado testes-rápidos de Covid-19 nos cidadãos como se fossem do tipo RCT-PCR, que é mais complexo e mais caro para os cofres públicos.
Pelos cálculos iniciais, a diferença dos custos desses exames, que eram pagos pela municipalidade, pode ter gerado um prejuízo superior a R$ 400 mil.
O inquérito policial segue em curso e os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de peculato, fraude em licitação e associação criminosa, cujas penas máximas somadas podem chegar a 23 anos de prisão.
Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina
(48) 3281-6699
@pfsantacatarina
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra operação para reprimir lavagem de dinheiro oriundo do jogo do bicho
Angra dos Reis/RJ. Nesta quarta-feira, 6/5, a Polícia Federal deflagrou a Operação Centelha, com apoio do GAECO/MPF, visando desarticular uma organização criminosa dedicada à sonegação fiscal e lavagem de patrimônio oriundo de contravenção, por meio de uma rede de postos de gasolina e da utilização de “laranjas”.
Policiais federais cumprem 16 mandados de busca e apreensão em residências e escritórios empresariais situados nas cidades do Rio de Janeiro e de Mangaratiba/RJ.
Além disso, a Justiça também determinou o sequestro de bens dos investigados – incluindo três policiais civis e um policial militar –, tanto em nome próprio como em nome de “laranjas”. Imóveis, veículos de luxo, cotas de empresas e pelo menos 16 embarcações estão entre os alvos da medida.
As apurações da PF revelaram que se tratava de uma série de estabelecimentos secretamente administrados pelos investigados, constituindo um grupo econômico operante no ramo de postos de gasolina, lojas de conveniência e empresas de gestão patrimonial.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404
Fonte: Polícia Federal
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