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Motocicleta furtada em Vila Rica é recuperada pela Polícia Civil em posse de receptador em Confresa

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Um homem que estava em posse de uma motocicleta furtada em uma propriedade na zona rural na cidade de Vila Rica (1.259 km a nordeste da Capital) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (26.01), em ação dos policiais da Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá). O suspeito comprou a motocicleta de um terceiro identificado como autor do furto e foi autuado em flagrante pelo crime de receptação.

O furto ocorreu em meados do mês de dezembro, quando a vítima deixou o ex-funcionário de um vizinho, passar uns dias em sua propriedade rural. Dias depois, o suspeito disse que pegou a motocicleta da vítima emprestada e disse que teve um problema na estrada, pedindo R$ 200 para o conserto. A vítima não tinha o dinheiro, e por isso não enviou o valor, porém quando foi buscar a motocicleta na oficina, descobriu que o veículo havia sido vendido pelo suspeito.

A recuperação do veículo ocorreu após os policiais da Delegacia de Confresa receberem informações de que uma motocicleta produto de furto estava circulando na cidade. Com base na denúncia, os policiais identificaram o possível receptador, iniciando as buscas pelo suspeito, que após saber que estava sendo procurado pela Polícia, compareceu na delegacia.

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Questionado, o suspeito confessou que estava em posse do veículo e que comprou a motocicleta no valor de R$ 5mil de um homem que estava hospedado em um hotel em frente a rodoviária. Segundo informações, o homem que vendou a motocicleta se hospedou em dois hotéis da cidade e ficou devendo diárias nos dois estabelecimentos.

Com base nas informações, os policiais mostraram a fotografia do autor do furto em Vila Rica, que foi prontamente reconhecido como a pessoa que vendeu a motocicleta. Em checagem no sistema, foi confirmado que o veículo que estava em posse do investigado realmente era o mesmo que foi furtado em Vila Rica.

Em continuidade as diligências nos hotéis, a equipe policial foi até os hotéis, onde os proprietários também reconheceram, por meio de fotografia, o autor do furto como a pessoa que se hospedou e não pagou as diárias. Diante das evidências, a motocicleta produto de furto foi apreendida e o receptador autuado em flagrante.

As investigações seguem em andamento para localizar e prender o autor do furto, que continua foragido.

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Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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