MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Cadeia de Valor é instituída no MPMT para gerenciamento de processos
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso acaba de instituir a sua “Cadeia de Valor”, ferramenta recém-criada para o gerenciamento de processos finalísticos, gerenciais e de suporte. Para quem não tem muita familiaridade com a área de gestão, o termo é técnico, mas o conceito é simples: a cadeia de valor representa o conjunto de atividades desempenhadas por uma organização.
No MPMT, seis valores norteiam a atuação institucional. São eles: Proteção e segurança jurídica, justiça social, pacificação social, defesa e valorização da vida, dignidade humana e igualdade de tratamento. “Com a cadeia de valor estruturada, o Ministério Público dá um importante passo para melhorar ainda mais a sua gestão e apresentar resultados mais eficientes à sociedade, na defesa dos seus direitos”, destacou a subprocuradora-geral de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki.
O detalhamento das atividades por processos, conforme a chefe do Departamento de Planejamento e Gestão, Annelyse Cristina Cândido Santos, possibilita à administração a promoção de mudanças para melhorar os trâmites e realizar investimentos assertivos com intuito de dar maior celeridade no atendimento às demandas da comunidade.
“Essa ferramenta de gestão visa capturar e sistematizar todas os macroprocessos e processos que adicionam valor ao serviço ou produto entregue pelo Ministério Público. Se constitui de uma arquitetura em níveis, tendo sido construída com a participação da Administração Superior, Diretoria-Geral, Promotores de Justiça e Chefes de Departamento. É uma estrutura dinâmica que vai se aprimorando no decorrer da análise, mapeamento e melhorias dos processos organizacionais, assessorados tecnicamente pela Gerência de Processos organizacionais do Deplan”, afirmou.
Outro ponto importante é a contribuição da Cadeia de Valor para a Estratégia do MPMT – Missão/ Visão/Valores, Mapa e Objetivos Estratégicos e outras Diretrizes, com vistas a construir uma estrutura para que os Departamentos/Unidades consigam “se enxergar nos processos” e que a sociedade identifique o valor entregue pela instituição.
Vídeos Educativos – Para facilitar a compreensão sobre o tema, a partir desta semana será divulgada uma série de vídeos educativos com exemplos práticos relacionados à sistematização de rotinas na instituição.
Fonte: MP MT
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Casal é condenado a 14 anos de reclusão por homicídio em Cuiabá
O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, na quinta-feira (2), Carolyne Beatriz da Silva e Roneclei José Mendes a 14 anos de reclusão cada um, pelo homicídio qualificado de Wesley Pinho Nardes. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e reconheceu que o crime foi cometido por motivo torpe e mediante dissimulação e emboscada. Atuou em plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins. Conforme a sentença, a pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri também determinou a execução imediata da pena e a expedição dos mandados de prisão dos condenados. De acordo com a denúncia do MPMT, o crime aconteceu em novembro de 2020, nas proximidades da BR-364, no Distrito Industrial, em Cuiabá. As investigações apontaram que os denunciados agiram de forma premeditada e utilizaram arma de fogo para matar a vítima. Segundo apurado, Carolyne manteve um relacionamento amoroso conturbado com Wesley. Após retomar a convivência com Roneclei, pai de seus dois filhos, o casal passou a arquitetar a morte da vítima, motivado por sentimentos de vingança decorrentes dos conflitos existentes entre Carolyne e o ex-companheiro.Conforme a denúncia, Carolyne entrou em contato com Wesley e o convenceu a encontrá-la, simulando uma reaproximação. Em seguida, conduziu a vítima de motocicleta até um local ermo às margens da rodovia, onde Roneclei já aguardava. No local, Wesley foi surpreendido pela emboscada e atingido por disparos de arma de fogo, morrendo em decorrência dos ferimentos. O corpo foi encontrado dois dias depois, às margens da BR-364.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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