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Futuros do milho seguem registrando alta nas Bolsas desta segunda-feira (31)

Os preços do milho seguem operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3) nesta segunda-feira (31). Por volta das 13h00 (horário de Brasília), as cotações flutuavam na faixa entre R$ 86,68 e R$ 94,30

O vencimento novembro/22 era cotado à R$ 86,68 com alta de 0,32%, o janeiro/23 valia R$ 91,56 com elevação de 0,39%, o março/23 era negociado por R$ 94,62 com ganho de 0,37% e o maio/23 tinha valor de R$ 94,30 com valorização de 0,43%. 

Já na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços futuros do milho permanecem em movimento de alta neste último dia de outubro. Por volta das 12h50 (horário de Brasília), o vencimento dezembro/22 era cotado à US$ 6,87 com valorização de 7,00 pontos, o março/23 valia US$ 6,92 com alta de 6,00 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 6,91 com elevação de 5,50 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,84 com ganho de 4,00 pontos. 

Segundo a Farm Futures, esse movimento altista dos preços do milho esta atrelado a resposta do mercado as noticias do retirada da Rússia do acordo de grãso no Mar Negro, bm como o fator do dólar ter subido nesta manhã. 

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Fonte: AgroPlus

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Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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