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PF investiga retenção de cartões do Bolsa Família por comerciantes da cidade de Guajará/AM em troca de empréstimos

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Cruzeiro do Sul/AC – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (25/10), a Operação Katecho, com o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão na cidade de Guajará, no Amazonas. Quarenta policiais federais foram mobilizados para os devidos cumprimentos.

A investigação iniciou com o recebimento de diversas denúncias de que comerciantes de Guajará estariam retendo cartões do Bolsa Família, benefício assistencial ou previdenciário dos moradores da cidade e de indígenas em troca de empréstimos e mercadorias. Além disso, esses comerciantes estariam cobrando juros extorsivos, de mais de 30% ao mês, e estariam realizando ameaças por meio de policiais militares e traficantes faccionados com a finalidade de manter a posse desses cartões e inibir possíveis denúncias à polícia. Diligências policiais preliminares foram feitas e confirmaram os relatos recebidos.

A investigação segue em andamento e o material arrecadado será analisado para embasar possíveis indiciamentos.

Os alvos são investigados por apropriação indébita, estelionato e extorsão, previstos nos artigos 168, 171 e 158 do Código Penal, além do delito de usura, tipificado no artigo 4º da Lei 1.521/1951 (crimes contra a economia popular).

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O nome da operação – Katecho – é palavra grega que significa “reter com firmeza, possuir, deter”, fazendo referência ao modus operandi dos investigados.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF apura irregularidades na aplicação de recursos previdenciários de Campo Grande/MS

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Campo Grande/MS. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (25/8), a Operação Presciência, destinada a apurar possíveis irregularidades relacionadas à aplicação de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Município de Campo Grande/MS.

A investigação teve início a partir de informações constantes de Relatório de Auditoria Direta – Letras Financeiras, elaborado pela Coordenação-Geral de Auditoria do Departamento dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), do Ministério da Previdência Social (MPS).

O relatório apontou possíveis irregularidades no processo decisório que resultou no investimento de R$ 1,2 milhão pelo Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande (IMPCG) em Letras Financeiras emitidas por banco privado. Há indícios de que servidores envolvidos no processo decisório, mediante ações ou omissões, teriam deixado de observar os procedimentos técnicos e administrativos aplicáveis, expondo o patrimônio do RPPS municipal a riscos.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão e determinadas medidas de afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados. As medidas cautelares foram deferidas pelo Juízo da 3ª Vara Federal de Campo Grande/MS.

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O inquérito policial apura, em tese, a prática dos crimes de gestão temerária, corrupção passiva e corrupção ativa.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul
Contato: (67) 3303-5626/5627
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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