POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra Operação Resgate para combater o abuso sexual infantil e sua divulgação na internet

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São Paulo/SP – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (9/6) a Operação RESGATE, no combate ao abuso sexual infantil e sua divulgação na internet. A investigação buscou identificar o responsável pelo estupro de um menor de idade, registrando os atos em fotos e armazenando estes arquivos em seus dispositivos informáticos.

O inquérito policial foi instaurado com base em informações recebidas de órgão do governo norte-americano e das empresas Google e Facebook.

Diante do flagrante de ato infracional pela posse de material pornográfico infantil, o investigado foi conduzido ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil do Estado de São Paulo para a formalização do procedimento, ante a atribuição de tal instituição.

O crime de produção de imagens de pornografia infantil prevê pena de 2 a 6 anos de reclusão. Já o estupro de vulneráveis prevê de 8 a 15 anos de prisão e sua publicação acarreta a pena de 3 a 6 anos.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

Contato: 11 35385013

[email protected]

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga esquema de fraudes previdenciárias em Sergipe

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Aracaju/SE. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (7/10), a Operação Atestado Viciado II, para apurar um esquema de fraudes na obtenção indevida de benefícios assistenciais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em uma residência localizada no bairro Aeroporto, em Aracaju. A ação contou com apoio da Seção de Inteligência da Previdência Social em Sergipe (SIPS/SE).

A investigação identificou indícios de irregularidades relacionados à apresentação de atestados e de laudos médicos supostamente falsificados. Conforme apurado, uma advogada investigada realizava agendamentos de perícias apresentando-se como parente dos segurados. Em ao menos uma avaliação, o marido da investigada teria se apresentado falsamente como irmão de um periciado.

Ao longo da apuração, foram identificados, até o momento, 19 requerimentos de benefícios assistenciais à pessoa com deficiência, realizados mediante utilização de atestados e relatórios médicos com indícios de falsificação. Os documentos falsos eram atribuídos a médicos psiquiatras e neurologistas, que, após consulta formal, negaram a autoria dos laudos.

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Segundo dados da Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária (CGINT), o prejuízo até o momento apurado é de cerca de R$ 650 mil.

Os investigados poderão responder, em tese, pelo crime de estelionato previdenciário.

A Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social e pela Polícia Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Sergipe
Contato: 79 3234-8502
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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