POLÍTICA MT

Show-tributo a Frank Sinatra será apresentado no Teatro Zulmira com ingresso solidário

Show é estrelado pelo ator e cantor norte-americano Rick Michel

Foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA

Se sucessos como “New York”, “My Way” e “Fly Me To The Moon” marcaram suas memórias, que tal ouvir tais canções imortais aqui em Cuiabá na voz de um dos maiores intérpretes de Frank Sinatra no mundo? É o show “Sinatra Forever”, no dia 7 de maio, às 21h, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, como programação especial de Dia das Mães. O ingresso é solidário: 3kg de alimentos não perecíveis. A troca antecipada de ingressos pode ser feita na portaria do Teatro Zulmira, de terça (3) a sexta (6), das 10h às 16h, enquanto houver disponibilidade.

O espetáculo musical que homenageia Frank Sinatra é estrelado pelo ator e cantor norte-americano Rick Michel, reconhecido por interpretar o astro há 40 anos. “Sinatra Forever” saiu dos palcos de Las Vegas para rodar o mundo e já foi visto por mais de um milhão de pessoas. Em turnê, passou por diversos países como os Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Nova Zelândia, Costa Rica e Brasil. Aqui em terras tupiniquins, a apresentação passa por Cuiabá, pelo Distrito Federal, pelo Rio de Janeiro e pelas cidades paranaenses Maringá, Londrina e Curitiba.

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Acompanhado por uma orquestra de câmara, Rick Michel surpreende os espectadores em todas suas apresentações, não só pelo timbre de voz semelhante ao do astro Frank Sinatra, como também por interpretar de forma única o maior cantor pop americano de todos os tempos.

Rick traz, ainda, para os palcos a musicalidade dos clássicos I’ve got you under my skin, Lady is a tramp e Garota de Ipanema, gravada por Sinatra e Tom Jobim em 1967.

Em Cuiabá, o show ocorre por apoio cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel/MT), via emenda parlamentar, e da Assembleia Social (Coordenadoria de Cidadania, Inclusão e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso). A produção e a realização são da parceria entre a Associação dos Artistas, Compositores, Músicos e Produtores (ACMP), a SP3 Produções, a 3LM Entretenimento e a Lú Mello Produções.

“Não há forma mais bela e tocante que trazer esses sucessos memoráveis para homenagear nossas mães. É música, é performance, é um show completo, para comemorar com a mamãe e com toda a família. Venham, estamos de portas abertas”, convida a coordenadora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

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Toda a arrecadação de donativos será destinada às instituições filantrópicas atendidas pela Assembleia Social.

Serviço:

Sinatra Forever, com Rick Michel e Orquestra – Especial Dia das Mães

Data: 7 de maio de 2022 (sábado), às 21h

Abertura do teatro: às 20h

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (Anexo à ALMT)

Ingresso social: 3kg de alimentos não perecíveis

Troca antecipada: De terça (3) à sexta (6), das 10h às 16h, enquanto houver disponibilidade

Classificação indicativa: 14 anos (menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis)

Fonte: ALMT

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Viúvo de Amália Barros considera ‘infeliz’ fala de dirigente do PL e defende retratação pública

A repercussão da declaração do presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, durante a convenção estadual do partido, continua produzindo desdobramentos. Em entrevista ao portal O Bom da Notícia, o empresário Thiago Boava, viúvo da ex-deputada federal Amália Barros e pré-candidato à Câmara dos Deputados pelo Partido Liberal, classificou como “infeliz” a fala do dirigente ao associar a morte da parlamentar à disputa eleitoral e afirmou que uma retratação pública seria o gesto mais adequado diante do episódio.

Na quarta-feira, durante entrevista coletiva concedida após a convenção da legenda, Ananias declarou que “Deus deu uma mão e levou uns lá para cima” ao comentar o espaço político aberto após a morte de Amália Barros, falecida em maio de 2024, aos 39 anos. A vaga na Câmara Federal passou a ser ocupada pelo primeiro suplente da legenda, Nelson Barbudo.

Embora procure interpretar a declaração como fruto de uma escolha inadequada de palavras, Boava admite que o resultado foi profundamente negativo. “Prefiro acreditar que faltou domínio das palavras, e não sensibilidade. Mas a repercussão mostra que a frase foi muito infeliz”.

O empresário afirmou ainda concordar com a reflexão apresentada no artigo “Quando uma palavra pública fere muito além da política”, publicado pela jornalista Marisa Batalha, segundo o qual determinadas declarações extrapolam a disputa eleitoral porque atingem valores humanos e simbólicos muito mais amplos.

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Boava entende que as desculpas não precisam ser feitas à ele, ainda que admita seu desconforto. Porém, em uma eventual retratação deveria reconhecer o significado da trajetória construída por Amália e o esforço de tantas mulheres que enfrentam barreiras históricas para ocupar espaços de representação política.

“Não sinto necessidade de um pedido de desculpas para mim, nem acredito que seja isso que minha sogra espere. Mas penso que uma retratação seria importante pela memória da Amália e por todas as mulheres que travam diariamente essa batalha”.

Ele acrescentou que a rápida ascensão política da ex-deputada simbolizou uma conquista rara dentro de um ambiente ainda marcado por desigualdades. “A trajetória da Amália foi belíssima. Em tão pouco tempo ela conquistou um espaço que poucas lideranças conseguem construir ao longo de uma vida pública”.

Ao comentar os efeitos políticos da declaração, Boava também observou que um gesto de reconhecimento do erro contribuiria para a própria imagem do dirigente partidário. “Seria importante para ele também. As pessoas estão formando uma impressão sobre esse episódio, e reconhecer um equívoco demonstra grandeza.”

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A declaração de Ananias repercutiu entre lideranças políticas, jornalistas e movimentos ligados à participação feminina na política. Alguns veículos de comunicação noticiaram o constrangimento provocado pela fala e destacaram o entendimento de Boava de que uma retratação pública seria o caminho mais adequado para encerrar o episódio.

Ao associar uma morte precoce à dinâmica eleitoral e à vontade divina, a declaração abriu um debate que ultrapassou os limites partidários e reacendeu discussões sobre responsabilidade institucional, cuidado com a linguagem e respeito à memória de mulheres que conseguiram romper barreiras históricas na política brasileira.

Amália Barros morreu em maio de 2024, aos 39 anos, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde permaneceu internada em estado grave após complicações decorrentes de uma cirurgia para a retirada de um nódulo no pâncreas.

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