POLICIAL

Diretores e delegados participam de reunião com presidente da Assembleia Legislativa

Publicados

em


Diretores e delegados da Polícia Civil participaram na manhã desta segunda-feira (11.04) de uma reunião com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, em que foram tratados temas de natureza policial e assuntos relacionados as duas instituições.

O encontro ocorreu no gabinete do deputado Eduardo Botelho, contando com a presença do delegado-geral, Mário Dermeval Aravechia de Resende, do diretor de interior, Juliano Carvalho e dos delegados da Delegacias de Crimes Fazendários (Defaz), Walter de Melo Fonseca Junior e Rafael Fossari.

Durante o encontro, os delegados trataram de pautas institucionais e de gestão da Polícia Civil e fizeram agradecimentos ao deputado a todo apoio que ele tem dado a Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, tando na questão de legislação, quando em modernização e infraestrutura.

O delegado-geral, Mário Dermeval, destacou que a parceria com a Assembleia tem sido fundamental para o desenvolvimento da Polícia Civil nos últimos anos.

“Nós entendemos a grande importância que a Assembleia em todo sucesso que a Polícia Civil tem alcançado, e hoje, viemos pessoalmente agradecer ao presidente da casa, deputado Eduardo botelho, por todo apoio que sempre nos tem dado, por toda presteza, quando nós os procuramos”, disse.

Leia Também:  Polícia Civil prende comerciante investigada por furto de energia em Rondonópolis

Para o delegado da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, a visita uma oportunidade de manifestar o reconhecimento pela solidariedade que a AL-MT tem para com os pleitos da Polícia Civil.

“Além de fortalecer os laços da Polícia Judiciária Civil com o Poder Legislativo, buscando o estabelecimento de uma relação republicana que seja revertida em avanços e aprimoramento para os órgãos estaduais e toda população mato-grossense”, destacou o delegado.

Fonte: PJC MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Polícia Civil identifica casal envolvido em tentativa de homicídio em Tangará da Serra

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil prende foragido por tentativa de homicídio em Rondonópolis

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA