AGRONEGÓCIO

Imea recebe selo de ótimo lugar para se trabalhar


O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) foi certificado pelo Programa Internacional Great Place to Work (GPTW), que em português significa “Ótimo Lugar para se Trabalhar”. O selo é concedido pela empresa de consultoria global GPTW que avalia a confiança dos colaboradores na empresa, o ambiente de trabalho positivo e favorável ao crescimento, inovação e o alto desempenho.

O selo é a porta de entrada para a participação do Imea em futuros rankings de melhores empresas para se trabalhar. “É um reconhecimento importante para o Imea que faz parte do Sistema Famato. O Imea é responsável pela produção de dados do agronegócio de Mato Grosso que já são reconhecidos nacional e internacionalmente. As informações geradas pelo Instituto subsidiam as tomadas de decisões dos produtores rurais e contribuem também para os pesquisadores, jornalistas e a sociedade em geral”, avalia o presidente do Imea e do Sistema Famato, Normando Corral.

Na pesquisa foram avaliados aspectos como segurança física, competência de gestão, benefícios e valorização dos profissionais. Do Imea foram convidados 37 colaboradores, deste total 35 responderam à pesquisa.

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Os colaboradores responderam perguntas baseadas na gestão organizacional e como se sentem trabalhando na empresa. Dentre as categorias analisadas estão: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem.

Segundo o superintendente do Imea Cleiton Gauer, as avaliações evidenciam os principais aspectos organizacionais do Imea e destacam os pontos que necessitam ser aprimorados também para aperfeiçoar ainda mais o desempenho das equipes de trabalho.

“Usaremos estes indicadores a nosso favor para que possamos direcionar nossas estratégias, sempre focados na qualidade do nosso trabalho, na satisfação e no desempenho dos nossos colaboradores”, disse Cleiton Gauer.

Histórico – Criado em 1998 pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), o Imea é uma entidade privada de pesquisa sem fins lucrativos que ao longo dos seus 23 anos passou por mudanças e hoje é referência em todo país no que diz respeito a estudos e projetos socioeconômicos e ambientais em Mato Grosso.

Atualmente, o Instituto conta com aproximadamente 40 colaboradores que produzem estudos sobre as principais cadeias produtivas de Mato Grosso. Além dos trabalhos de rotina, o Imea faz projetos para as entidades mantenedoras. O objetivo é fomentar as atividades econômicas representadas pelas entidades e fomentar a vinda de novos investidores, além de buscar melhores políticas públicas junto ao governo.

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

SIAL Canadá registra participação recorde de empresas brasileiras em missão do Mapa no país

Entre os dias 27 e 29 de abril, uma delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), liderada pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua, realizou missão oficial ao Canadá com foco na ampliação do acesso de produtos agropecuários brasileiros ao mercado canadense, no avanço do diálogo sanitário e na promoção comercial do agro nacional.

A comitiva contou com a participação do chefe de gabinete da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Paulo Márcio Araújo, ex-adido agrícola no Canadá, e do recém-empossado adido agrícola brasileiro no país, Alessandro Fidelis Cruvinel. A programação incluiu reuniões em Ottawa com autoridades canadenses e representantes do setor privado, além da participação brasileira na SIAL Canadá 2026, em Montreal.

Na capital canadense, a delegação reuniu-se com a vice-ministra adjunta de Relações Internacionais do Agriculture and Agri-Food Canada (AAFC), Chris Moran, e com representantes da Canadian Food Inspection Agency (CFIA), responsável pelo serviço sanitário do país. O encontro tratou da pauta agropecuária bilateral e de temas prioritários para os dois países.

Entre os principais pontos discutidos, autoridades canadenses indicaram a realização, em breve, de missão técnica ao Brasil voltada à regionalização de enfermidades, como influenza aviária e doença de Newcastle. Também foi abordada a avaliação para inclusão de novos estados brasileiros reconhecidos como livres de febre aftosa sem vacinação, medida que pode ampliar o acesso da carne brasileira ao mercado canadense.

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Para o secretário Luís Rua, a agenda reforça a relevância do diálogo institucional para a obtenção de resultados concretos. “Para abrir mercado, não basta apenas vontade. É preciso negociação, confiança e presença constante. A missão ao Canadá teve exatamente esse objetivo: avançar em temas sanitários, ouvir o setor privado e criar novas oportunidades para quem produz no Brasil”, afirmou.

Considerando a importância do Canadá como fornecedor de potássio ao Brasil, a delegação também realizou visita institucional à Fertilizer Canadá, entidade que representa o setor de fertilizantes no país. A agenda tratou da previsibilidade no comércio de insumos agrícolas e da cooperação com fornecedores em um cenário internacional marcado por incertezas nas cadeias globais de suprimento.

Comércio bilateral

A missão incluiu ainda encontro com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá, realizado na Embaixada do Brasil em Ottawa. A reunião abordou o ambiente de negócios entre os dois países, oportunidades para empresas brasileiras e a retomada das negociações para um acordo de livre comércio entre Mercosul e Canadá.

No comércio bilateral, o Brasil encerrou 2025 com exportações de US$ 7,25 bilhões para o Canadá, alta de 15% em relação ao ano anterior. As importações brasileiras de produtos canadenses somaram US$ 3,14 bilhões, resultando em superávit de US$ 4,11 bilhões. A corrente de comércio cresceu 14% no período, com destaque para produtos do agro, como açúcar e café.

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SIAL Canadá

Em Montreal, última etapa da missão, a delegação participou da SIAL Canadá 2026, realizada de 29 de abril a 1º de maio. A edição registrou a maior participação brasileira já observada no evento, com cerca de 50 empresas e cooperativas presentes.

A ação resultou de esforço conjunto entre o Mapa, a ApexBrasil, a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o Sebrae e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A presença brasileira incluiu rodadas de negócios e exposição de produtos, com o objetivo de ampliar a inserção do agronegócio nacional no mercado canadense.

A participação na feira também permitiu ao secretário Luís Rua dialogar diretamente com representantes do setor privado, especialmente exportadores interessados em ampliar ou iniciar operações no Canadá.

A missão reforça o compromisso do Mapa com a ampliação, diversificação e consolidação do acesso a mercados internacionais, promovendo o reconhecimento da qualidade e da segurança dos produtos agropecuários brasileiros.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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