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Dois suspeitos de tráfico são presos em flagrante pela Polícia Civil com tabletes de maconha e pasta base

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Policiais civis da regional de Primavera do Leste apreenderam diversos tabletes de entorpecentes durante cumprimento a um mandado de prisão em Santo Antônio do Leste, nesta quinta-feira (10.03).

As equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos e da Divisão de Homicídios seguiram até o município vizinho para cumprir a prisão temporária decretada pela 1a Vara da Comarca de Primevera do Leste um rapaz de 23 anos investigado por homicídio.

Após monitoramento do possível local onde o alvo estaria, as equipes policiais seguiram até a residência, onde encontraram o suspeito na porta do imóvel. Ao ser abordado, ele disse aos investigadores que não morava no local.

As equipes comprovaram que a casa funcionava como um ponto de comércio de entorpecentes e apreenderam diversos tabletes de maconha dentro de uma geladeira e no quarto do suspeito, que durante as buscas tentava se esquivar dizendo que não residia na casa. Contudo, os policiais eoncontraram evidências de que o suspeito e sua companheira residem no imóvel.

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Em outra casa na mesma rua e indicada pelo primeiro suspeito, as equipes localizaram mais entorpecentes com um morador, monitorado por tornozeleira eletrônica. Após a chegada dos policiais no local, o morador, de 43 anos, quebrou o celular e correu para o telhado tentando fugir, mas foi detido depois de cair. A pasta base de cocaína estava em uma mochila, em seu quarto.

Os dois detidos fotam conduzidos para a Delegacia em Primavera do Leste e autuados em flagrante por tráfico de entorpecentes e corrupção de menores, pois em uma das casas estavam dois adolescentes que foram encaminhados ao Cosnelho Tutelar.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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