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Força Tática prende dois homens por tráfico de drogas e porte ilegal de arma

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Policiais militares da Força Tática prenderam dois homens, de 18 e 30 anos, por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e utilização de simulacro de arma para cometer crimes, na noite desta segunda-feira (24.01), em Várzea Grande. Uma réplica de fuzil, tabletes e porções de entorpecentes foram apreendidos.

Por volta de 20h30, durante patrulhamento pelo bairro Nova Fronteira, a equipe policial flagrou o motorista de um veículo Pálio nervoso ao avistar a viatura da Força Tática. A abordagem foi realizada e durante busca veicular foi localizado um tablete de substância análoga à pasta base.

Questionado sobre a origem das drogas, o homem afirmou que entregaria o entorpecente para um segundo suspeito e que em sua residência havia mais drogas guardadas. Os policiais se deslocaram para onde estava o referido suspeito, que durante entrevista afirmou que receberia os entorpecentes a mando de uma facção criminosa. 

Em seguida, a equipe foi até a residência do primeiro suspeito abordado e localizaram mais um tablete e dois pedaços grandes de substância análoga a pasta base, uma porção de cocaína e outra de maconha. Além disso, uma réplica de um fuzil .556 e uma munição, também foram encontrados na residência.

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Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para à Central de Flagrantes para o registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-Denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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