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Secretaria de Saúde vai diminuir fila de espera no setor de oftalmologia

Várzea-grandenses poderão fazer consultas na rede privada, via SUS, e assim prevenir e tratar doenças oculares

Com uma demanda represada de 12 mil pacientes – para consultas e tratamentos oftalmológicos – a secretaria de Saúde de Várzea Grande contratou, por meio da Fila Zero, a Clínica dos Olhos e o Centro Mato-grossense de Oftalmologia (CMO), que juntamente com o Centro de Especialidades Médicas (CEM) – Postão -, terão como meta reduzir a fila de espera para atendimento nesta especialidade, bem como ampliar o acesso dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na semana passada a secretária de Saúde visitou a Clínica de Olhos e conheceu a estrutura do local. Ontem (24), foi a vez da Centro Mato-grossense de Oftalmologia, onde ela e sua equipe também percorreram as dependências da clínica e certificaram a boa estrutura e equipamentos instalados na clínica.

A secretária Deisi Bocalon destaca que a consulta regular com um oftalmologista é importante para a saúde ocular, pois ajuda a prevenir e tratar de doenças. “Como nossa equipe atua visando atender e sanar as maiores necessidades do cidadão várzea-grandense, optamos por intervir em filas que apresentavam maiores números de pacientes aguardando, e a oftalmologia foi uma dessas”.

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PREVENÇÃO – A oftalmologia desempenha um papel fundamental na saúde ocular das pessoas, prevenindo, diagnosticando e tratando uma ampla variedade de doenças que podem afetar os olhos e a visão. Um acompanhamento regular com um médico oftalmologista é essencial para manter a saúde ocular em dia e prevenir complicações que podem levar à perda da visão.

Várias doenças sistêmicas podem ser identificadas durante um exame de vista, como por exemplo, diabetes, tumores e hipertensão arterial. O olho é um órgão pequeno do corpo humano que pode ser acometido por mais de 3 mil doenças, podendo ser raras ou não. Se uma doença não for identificada em tempo, pode cegar e até matar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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