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“Em até seis meses não teremos mais esse problema”, garante prefeita

Atenta e sensível às reclamações da população, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), anunciou que em seis meses, a situação da malha viária do município será completamente diferente. Alvo de críticas históricas dos munícipes, os buracos devem ser extintos em uma mega-ação envolvendo a Secretaria Municipal de Viação e Obras (SMVO) e o Departamento de Água e Esgoto (DAE) iniciada neste mês de abril.

Em entrevista ao Programa Opinião, da TV Pantanal, Moretti anunciou que uma força-tarefa foi empenhada no Paço Couto Magalhães para atender cada demanda que chega ao gabinete.

Flávia Moretti, afirmou que o município vive uma nova fase de investimentos em infraestrutura e pavimentação, com foco na melhoria e no combate definitivo aos problemas que há anos castigam bairros e avenidas da cidade.

De acordo com a gestora, a Prefeitura recentemente concluiu a licitação para aquisição de massa asfáltica e promoveu a troca da empresa fornecedora, após avaliação técnica da Secretaria de Viação e Obras apontar baixa qualidade do material utilizado anteriormente.

“Concluímos a licitação da massa asfáltica e a troca da empresa de massa asfáltica, que era de péssima qualidade. Agora estamos com nova empresa, novos insumos e seguimos um plano de ação”, destacou. A prefeita garantiu que o objetivo é dar uma resposta rápida à população e acabar com o cenário de ruas esburacadas. “Tenho certeza que em três a seis meses a realidade é que não teremos mais problemas de buracos em Várzea Grande. Vamos fazer o plano de ação”.

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Além das obras já em andamento, a prefeitura está na fase de contratação de uma empresa ligada à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para realizar um levantamento técnico detalhado e mapear todas as áreas que precisam de tapa-buraco, recapeamento e microrevestimento.

O estudo deve começar em até 20 dias, mas a prefeita reforçou que as ações já são desenvolvidas pelas pastas competentes.

A prefeita ressaltou que o trabalho não será apenas “tapa-buraco”, mas sim um plano estruturado que envolve correção de vazamentos, drenagem e recapeamento completo em regiões onde o problema é recorrente.

Ela citou como exemplo bairros como Paiaguás, onde anteriormente foi aplicada camada de asfalto sem a devida intervenção na drenagem, o que acelerou a deterioração das vias.

Outro anúncio importante foi o envio de recursos do Governo do Estado para reforçar as ações de recuperação asfáltica. Segundo a prefeita, Várzea Grande receberá R$ 17 milhões para microrevestimento, o que permitirá atender dezenas de ruas em diferentes regiões do município.

Bairros já programados para receber asfalto Entre as regiões citadas como prioridade no cronograma de obras estão:

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• Vila Operária

• Capela do Piçarrão

• Mapim

• Santa Terezinha

• Marajoara

• Eliane Gomes

• Monte Castelo

• Jardim Alá

• Grande Cristo Rei

• São Simão

• Ouro Verde

• Vitória Régia

• Costa Verde

• Jardim Paula

• Engordador

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde municipal monitora caso e reforça medidas de combate e prevenção à meningite

A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande informa que as equipes da Vigilância Epidemiológica estão tomando todas as medidas necessárias e orientativas em relação ao caso confirmado de meningite bacteriana em uma estudante e moradora da cidade. A menor, J. V. P. P. de 11 anos, é estudante da Escola Estadual ‘Governador José Garcia Neto’, localizada no Residencial Júlio Domingos de Campos, nas imediações da Rodovia Mário Andreazza. Apesar de morar e estudar na cidade, a família buscou atendimento em Cuiabá. O caso foi registrado como de Várzea Grande, mas está sendo acompanhado pela Saúde da capital.

Conforme informações repassadas pela Vigilância de Cuiabá, a menor recebeu atendimento no Hospital Materno-Infantil, mas está internada agora no Hospital Central, também na capital.

De medidas práticas já realizadas, a direção escolar já realizou a sanitização da unidade. Todos os alunos hoje (5) tiveram as aulas suspensas, mas serão retomadas amanhã (6).

A Vigilância Epidemiológica, em visita in loco à unidade escolar, orientou sobre as medidas a serem tomadas mediante casos suspeitos da meningite. A recomendação é para que as pessoas que tiveram contato direto – ou que tenham sintomas – com a estudante procurarem uma unidade de saúde no Município.

Em contato com a mãe da paciente, a Vigilância Epidemiológica de Várzea Grande conseguiu traçar um itinerário. A crianças esteve gripada recebeu atendimento em Várzea Grande, quando foram feitos consulta e exames de imagem, que nada constaram – pulmão limpo. Tratado os sintomas gripais, a família viajou para Rondonópolis. No dia 28 de abril, a criança apresentou dor de cabeça e febre alta, e buscou atendimento nas UPAs Ipase e Verdão, mas desistiu da consulta. No dia seguinte, no dia 29, a menor foi à aula, queixou de dor de cabeça novamente, a escola comunicou a família, que optou pelo atendimento no Centro Médico Infantil, em Cuiabá.

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Sobre a evolução do atual quadro da paciente, a Vigilância de Várzea Grande recebeu a informação de que houve melhora dos sintomas e que a menor e sua família aguardam resultados de novos exames.

O diagnóstico veio do Laboratório Central (Lacen) e foi comprovado que se trata de um caso de meningite por streptococcus pneumoniae, o primeiro do ano, em Várzea Grande.

VACINAÇÃO – A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande aproveita a oportunidade para reforçar a necessidade de imunização e da oferta de doses em todas as unidades de saúde que estão abastecidas. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta gratuitamente a vacina contra a meningite C, aplicada em bebês entre 3 e 5 meses de vida, e a vacina contra as meningites A, C, W, Y, aplicada como reforço preferencialmente aos 12 meses, podendo ser administrada até os 4 anos, 11 meses e 29 dias. A ACWY também pode ser aplicada como dose única ou complementar em adolescentes entre 11 e 14 anos.

Fatores extras, como pneumonia mal curada, má administração de antibióticos – criando resistência do organismo às bactérias – e agravamento da influenza, podem levar a casos de meningite bacteriana.

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O QUE FAZER? – Em casos de sintomas, o paciente sob suspeita deve adotar o uso de máscaras, assim como parentes próximos, e buscar imediatamente unidades de pronto atendimento, que em Várzea Grande são as UPAs do Cristo Rei e do Ipase e o Hospital e Pronto-Socorro Municipal e evitar aglomerações.

Nesses locais, a equipe médica vai avaliar o paciente, solicitar exames e tomar as condutas iniciais ao tratamento, monitoramento e acompanhar o caso. A meningite pode ser causada por diferentes agentes, como vírus, bactérias ou fungos. Por isso, nem todo caso de meningite é meningocócico e nem toda situação exige as mesmas medidas de controle.

A doença tem como principais sintomas: febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos, sonolência, confusão mental, convulsões, manchas vermelhas ou arroxeadas na pele ou piora rápida do estado geral. Em lactentes e crianças pequenas, também devem ser observados irritabilidade intensa, choro persistente, recusa alimentar, vômitos, sonolência ou letargia e abaulamento da fontanela [quando a moleira da cabeça do bebê fica estufada].

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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