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Aluna da rede municipal de Educação de Várzea Grande é campeã da Etapa Nacional de Tênis em Brasília

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Agnes Loyola é aluna da EMEB ‘Profª Marilce Benedita de Arruda’, localizada no bairro Centro Sul há mais de um ano. Além do bom desempenho nas quadras de tênis, ela também se destaca como uma aluna exemplar

A várzea-grandense Agnes Loyola, venceu a Etapa Nacional de Tênis da categoria até 12 anos, disputada em Brasília. A atleta já coleciona uma premiação nacional na categoria sub-10 e o um tricampeonato mato-grossense.

Agnes é aluna da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Profª Marilce Benedita de Arruda’, localizada no bairro Centro Sul há mais de um ano. Além do bom desempenho nas quadras de tênis, ela também se destaca como uma aluna exemplar.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), destaca o protagonismo da Agnes, que enfrentou a disputa em uma categoria com outras atletas de idade superior a dela. “Isso é o maior exemplo de que o resultado vem como dedicação, empenho e foco naquilo que a gente quer conquistar. Agnes é uma aluna nota dez, uma esportista nota mil e um orgulho para a rede municipal de ensino”.

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A professora, Alessandra Costa Moreira, do 5° ano, destacou o desempenho da atleta fora e dentro da sala de aula. “Ela é uma aluna super organizada, aplicada, não tem problema de comportamento, o caderno é caprichado. A Agnes é uma aluna nota dez”, afirmou a professora.

A aluna da rede municipal, entrou no tênis através da sua irmã mais velha, Tâmara Loyola de 18 anos. Tâmara a levava nos treinos, onde observava jogar, com passar dos dias, despertou o interesse em aprender o tênis. Com o passar dos anos, Agnes se dedicou e aprimorou e com muito treino, dominou o esporte.

O pai de Agnes, Gerciano Santos, ressaltou que além do tênis, nas horas vagas, a atleta várzea-grandense tem como hobby a arte de desenhar, que é seu passatempo predileto.

“A Agnes está jogando uma categoria acima, ela fez 11 anos no mês de maio. Só completa 12 anos em 2026. A maior conquista da minha filha foi nessa etapa de Brasília. Ela está muito feliz e contente com resultado, é uma conquista para o estado e para toda Várzea Grande, e não existe caminho melhor para uma criança do que a educação e o esporte. Eu como pai e a mãe dela, Nety Loyola estamos muito orgulhosos”, pontuou.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Setembro Amarelo leva acolhimento, escuta e informação sobre saúde mental à comunidade de VG

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Uma manhã de acolhimento, escuta e muita emoção marcou a ação do Setembro Amarelo realizada na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Isabel, em Várzea Grande. Coordenada pela equipe da unidade, sob responsabilidade da enfermeira Cida Campos, a programação levou informações sobre saúde mental para perto da comunidade de forma leve, participativa e descontraída.

A atividade começou com um alongamento conduzido pelo professor de Educação Física Jonas, preparando os pacientes para uma manhã de interação. Em seguida, a equipe propôs a dinâmica “Explosão de Alívio: você não está sozinho”.

Em um painel, balões traziam palavras que representam sentimentos e situações vivenciadas por muitas pessoas, como medo, raiva, ansiedade e insegurança. Cada participante escolhia um balão relacionado ao sentimento que estava enfrentando naquele momento. Ao estourá-lo, encontrava uma mensagem de encorajamento, como forma de enfrentar e ressignificar aquela emoção.

Depois, a atividade continuava com uma corda, utilizada pelos participantes para extravasar os sentimentos. A proposta era colocar para fora aquilo que, muitas vezes, fica guardado.

A aposentada Maria Lúcia Zanon Ramos, de 64 anos, participou da dinâmica e lembrou de um momento em que precisou do acolhimento da equipe da unidade durante um tratamento para depressão. Segundo ela, após suspender a medicação por conta própria, chegou à unidade nervosa e chorosa e encontrou profissionais dispostos a ouvi-la e orientá-la.

“Quando fiz tratamento de câncer, também precisei muito de pessoas que me ouvissem. Eu precisava falar, desabafar. Então, quando a gente encontra um amigo, uma pessoa que dá atenção, isso é muito importante”, contou.

Na dinâmica, Maria Lúcia escolheu a mensagem “Bota para fora tudo que está dentro do meu coração”. Depois, usou a corda para representar esse momento de colocar para fora aquilo que sentia.

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“Eu sacudi aquela corda com toda a força para botar para fora tudo o que sinto dentro de mim”, relatou.

Atenção aos sinais começa dentro de casa

Durante a programação, o médico de família Anderson Leal também conversou com os pacientes sobre a importância de observar mudanças de comportamento, palavras e atitudes de familiares e pessoas próximas.

Ele reforçou que sinais de sofrimento emocional não devem ser ignorados e que buscar ajuda é fundamental. As unidades de saúde podem realizar o acolhimento, orientar e encaminhar os pacientes quando necessário, de acordo com cada situação.

Para a gerente da unidade, Maristela de Moraes, realizar ações como essa junto à comunidade faz parte do papel da saúde pública.

“É muito importante a unidade estar à frente de ações como essa, próxima da comunidade, principalmente para tratar de um assunto tão importante como o Setembro Amarelo. Nosso papel como saúde é acolher, orientar e encaminhar os pacientes que estão enfrentando problemas como depressão e ansiedade”, destacou.

Olhar atento pode ajudar a identificar sinais

A responsável técnica da unidade, enfermeira Cida Campos, ressalta que o cuidado com a saúde mental precisa acontecer durante todo o ano, e não somente em setembro.

“É muito importante que toda a equipe se mobilize, tanto pelos profissionais da saúde quanto pela população que precisa de ajuda. Temos que estar aqui de braços abertos para acolher, dar um abraço e uma palavra de conforto. O Setembro Amarelo reforça essa atenção, mas esse cuidado precisa existir o ano inteiro”, afirmou.

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Cida também chama a atenção para a necessidade de profissionais e familiares observarem mudanças no comportamento, principalmente entre adolescentes. Segundo ela, a unidade já recebeu casos de adolescentes em sofrimento emocional que apresentavam sinais de automutilação.

Em um dos casos, uma adolescente chegou acompanhada pela coordenadora da escola. Ela era retraída, falava pouco e costumava usar blusas de manga comprida mesmo em dias de calor. A escola não havia identificado inicialmente o motivo do comportamento, mas buscou a unidade para pedir orientação.

A equipe realizou o acolhimento e, diante dos sinais identificados, fez o encaminhamento adequado para acompanhamento especializado.

“É muito importante nós, profissionais da saúde, estarmos atentos. Muitas vezes, os adolescentes usam blusas de frio, capuz ou mangas compridas para esconder as marcas. Precisamos ter essa percepção no olhar e prestar atenção às mudanças de comportamento”, explicou Cida.

Quando necessário, os casos são encaminhados para os serviços da Rede de Atenção Psicossocial, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de acompanhamento com profissionais especializados e ações integradas ao Programa Saúde na Escola.

A ação no Jardim Santa Isabel mostrou que falar sobre saúde mental também pode ser uma oportunidade para criar vínculos, estimular a escuta e lembrar que ninguém precisa enfrentar sozinho sentimentos que parecem difíceis de suportar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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