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Tribunal de Justiça participa de entrega de moção de aplausos a mulheres na Assembleia Legislativa

A desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, diretora da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) enfatizou a importância do empreendedorismo feminino, contando a história de sua mãe, conhecida como Sinhazinha, que se casou aos 13 anos, teve 12 filhos e administrava a usina de cana de açúcar da família na região de Chapada dos Guimarães na década de 1940.
 
Ela representou a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, na solenidade de entrega de moção de aplausos a mulheres da BPW Cuiabá (Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais). A homenagem foi realizada na noite dessa segunda-feira (25 de março), na Assembleia Legislativa, a pedido do presidente da Casa, deputado Eduardo Botelho, fechando os eventos alusivos ao mês da mulher.
 
“Eu me sinto honrada de estar aqui, falar em nome das mulheres, para as mulheres. Gostaria de passar a mensagem de que elas podem, se elas quiserem. Nós podemos tudo, basta querer. E esse querer precisa ser ensinado às mulheres que ela pode querer e não aceitar o que o social lhe impõe”, afirmou a desembargadora Helena Maria.
 
Representando as 115 homenageadas, a presidente da BPW Cuiabá, Rubia Ranzani, destacou o empoderamento das mulheres, que é um dos objetivos da instituição, com vistas à responsabilidade social de capacitar cada vez mais mulheres para terem autonomia financeira.
 
“Nesses 22 anos de fundação da BPW Cuiabá são muitos projetos de capacitação de mulheres, porque nós não somos assistencialistas, mas temos a nossa responsabilidade social, em que buscamos devolver para a humanidade o que recebemos, fazemos ao próximo um bem por meio da capacitação. Nossa missão é empoderar mulheres, apoiar mulheres, nossa missão mundialmente é intensificar o empreendedorismo feminino”, destacou.
 
O presidente da ALMT, deputado estadual Eduardo Botelho, citou em seu pronunciamento uma pesquisa que apontou que atualmente em Mato Grosso 50% das mulheres que possuem filhos sustentam seus lares sozinhas.
 
“São mulheres empreendedoras, que servem de exemplo, que correm atrás e montam seu próprio negócio. Hoje nós temos um número muito grande de mulheres que sustentam suas casas sozinhas. São mulheres vencedoras e essas mulheres homenageadas hoje representam todas as mulheres que lutam diariamente para cuidar de suas casas e de seus filhos”, ressaltou o presidente.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: foto colorida em plano aberto do plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, na ALMT, onde as homenageadas estão sentadas em cadeiras pretas vestindo roupas pretas com acessórios amarelos. À direita da imagem, no púlpito está a desembargadora Helena falando para a plateia. Ela está em pé, gesticula com a mão, olha para a esquerda, veste um vestido listrado preto e branco e terno preto. À esquerda, em uma bancada preta está o papel da moção de aplausos e um botão de rosa amarela que foi entregue a cada homenageada. O chão é de carpete cinza e acima há a galeria com uma grade metálica e cadeiras laranjadas. Imagem 2: foto horizontal colorida da presidente Rubia fazendo seu pronunciamento no plenário. Ela está diante de um púlpito preto com o brasão da Assembleia, fala em um microfone, veste blusa preta e uma echarpe amarela. Ela é uma mulher branca, de cabelos castanhos avermelhados, está maquiada e usa colar e brinco dourados. Ao fundo há uma bandeira do Brasil no mastro.
 
Mylena Petrucelli/Foto: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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