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TJMT é destaque no Selo Diamante em áreas que geram mudança real na vida das pessoas

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Os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça mostram que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso cresceu justamente em ações que mais transformam a vida da população.

O avanço foi fundamental para a conquista histórica do Selo Diamante, com o índice de 87,4%, e representa uma Justiça com soluções rápidas para quem mais precisa.

O prêmio considera práticas de Governança, Produtividade, Transparência e Tecnologia, reconhecendo os tribunais que mais evoluem em gestão, desempenho e entrega de serviços.

Onde o TJMT mais avançou e o que isso muda na vida do cidadão – Ao todo, 11 itens avaliados pelo CNJ tiveram melhora e refletem na prática as situações que as pessoas sentem no dia a dia. Confira alguns exemplos:

Mais rapidez nos julgamentos – Significa que processos deixam de aguardar por anos e chegam mais cedo a uma decisão. Em alguns casos, em até três meses os processos são julgados em casos de pensão, guarda, indenização ou um conflito que precisa de solução.

Mais proteção às mulheres em situação de violência – Aumentou a agilidade nas medidas protetivas. Na prática: mais vidas salvas e mais mulheres amparadas a tempo.

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Avanço nas ações ambientais – Decisões mais rápidas significam maior preservação dos recursos naturais de Mato Grosso, impactando na vida de toda a população.

Execução penal mais ágil e digital – Garante mais controle, mais segurança e menos processos acumulados.

Melhor desempenho nas ações penais – Crimes são julgados mais rápido, garantindo justiça sem demora para vítimas e responsabilização para quem precisa responder pelos atos.

Transparência em destaque (100%) – O cidadão consegue acompanhar mais facilmente o que o Judiciário faz. E quando tudo é transparente, a confiança aumenta.

Informações mais organizadas e sistemas mais modernos – Dados claros, sistemas integrados e tecnologia atualizada reduzem falhas e tornam o atendimento ágil e acessível.

Políticas inclusivas fortalecidas – Especialmente na participação feminina, mostrando um Judiciário mais representativo e comprometido com a igualdade.

O que tudo isso significa? Mostra que o TJMT está mais: rápido, transparente, moderno, humano e ainda mais confiável. O Selo Diamante é um símbolo, mas é também a prova de que, em Mato Grosso, a Justiça está cada vez mais perto da vida das pessoas.

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Autor: Assessoria

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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