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Presidente do Tribunal de Justiça destaca diálogo e harmonia com Legislativo durante sessão solene

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ressaltou a importância do diálogo e harmonia entre os poderes constituídos. A afirmação foi feita na manhã desta quinta-feira (2 de fevereiro), na Sessão Solene de Instalação da 1ª Sessão Legislativa da 20ª Legislatura, na Assembleia Legislativa, em Cuiabá.
 
Autoridades e representantes de órgãos e instituições estiveram presentes na abertura dos trabalhos para o ano de 2023.
 
Clarice Claudino da Silva salientou o bom relacionamento entre as instituições para o fortalecimento das ações e entrega dos serviços à sociedade.
 
“Estamos aqui para desejar que este período que ora se inicia seja muito profícuo em termos de aproximação, de harmonia, principalmente de diálogo em torno dos assuntos que mais interessam para a população, que venha trazer benefícios para todos. O Poder Judiciário reafirma sua vontade de contribuir naquilo que for possível com esse diálogo franco, produtivo, desejando que essa legislatura seja realmente um trabalho voltado sempre para aquele mais necessitado”, afirmou a magistrada.
 
Compuseram o dispositivo de honra, além da presidente do Tribunal de Justiça, o governador Mauro Mendes, a defensora pública-geral Maria Luziane Ribeiro de Castro, o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, além dos deputados Eduardo Botelho (presidente, Max Russi (primeiro-secretário) e Valdir Barranco (segundo-secretário).
 
#Paratodosverem
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Descrição de imagem. Foto colorida em formato horizontal do dispositivo com as autoridades em pé. A desembargadora Clarice Claudino está em pé, usa um vestido preto e branco e um blaser branco.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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