TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Presidente Clarice Claudino recebe visita do comandante da 13ª Brigada

Publicados

em

Na tarde desta quinta-feira (23 de fevereiro), a presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, recebeu a visita institucional do comandante da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, tropa do Exército sediada em Cuiabá, general Kurt Werberich.
 
O general, que foi nomeado em agosto do ano passado, foi recebido no gabinete da Presidência do TJMT. Os líderes das instituições conversaram sobre a importância da parceria entre o Judiciário e as forças armadas, que já é consagrada ao longo da história e também sobre o futuro da sociedade.
 
“Foi um encontro muito agradável, pudemos conversar além daquilo que significa o Exército e o Judiciário sobre preocupações do cotidiano, a importância da disciplina para o desenvolvimento humano”, disse a desembargadora.
 
Também participou da visita o subtenente do Exército Clodoaldo de Almeida.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição das imagens: Foto retangular colorida do gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça. A desembargadora Maria Helena está em pé, ao lado do general Carvalho Lima. Os dois posam para a foto. Ao fundo é possível ver três bandeiras.
 
Alcione dos Anjos/ Fotos Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Estão abertas as inscrições para credenciamento de profissionais da área de Biblioteconomia
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Obra de reforma e ampliação da Secretaria da Vice-Presidência do TJ é inaugurada

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Estão abertas as inscrições para credenciamento de profissionais da área de Biblioteconomia

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA