TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Mário Sérgio Cortella é o entrevistado do mês o programa Magistratura e Sociedade

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O programa Magistratura e Sociedade terá o professor e filósofo Mário Sérgio Cortella como entrevista do mês de março. Ele vai ao ar nesta quarta-feira (30), a partir das 7h, no canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no YouTube (@tjmtoficial). A entrevista abordou o tema Justiça, Poder e Humanidade e foi realizada pelo desembargador Marcos Machado em conjunto com a professora da Universidade Federal de Mato Grosso Liliane Capilé.
 
Ela também será apresentada pela TV Assembleia no final de semana nos seguintes horários: sábado às 10h e às 17h; domingo às 16h e quarta às 16h.
 
Ao abordar temas do dia a dia envolvendo a Justiça, Cortella afirmou que “aquilo que se chama cada vez mais de judicialização de nosso cotidiano é uma representação, de um lado, da importância do Judiciário, mas, por outro lado também, de um desiquilíbrio entre as estruturas de Poder.” Também ressaltou que a perícia, a competência e a habilidade no campo da magistratura é um dever ético não é questão funcional estricto sensu e não é estritamente no campo da deontologia.”
 
Cortella já foi professor de Ética Social, Metodologia Científica, Problemas Filosóficos e Teológicos do Homem Contemporâneo no Ciclo Básico; Teoria do Conhecimento; dentre outras matérias. Em São Paulo, atuou como consultor na área de Saúde e consultor especialista na área de Educação. Lançou seu primeiro livro em 1988 intitulado Descartes, a Paixão pela Razão. Também é autor de A Situação Atual da Educação no Brasil; A Escola e o Conhecimento; Não Nascemos Prontos!; Qual é a Tua Obra?; e O Que a Vida Me Ensinou: Viver em Paz para Morrer em Paz, dentre outras.
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
 
Descrição das imagens: Foto1 – Fotografia quadrada e colorida. Na parte superior central o logo do Programa Magistratura e Sociedade, a foto do professor, escritor e filósofo Mário Sérgio Cortella acompanhados do texto: Convidado: professor, escritor e filósofo Mário Sérgio Cortella. Assista agora! Confira a entrevista completa no canal oficial do TJMT no YouTube. @TJMTOFICIAL. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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