TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Marcelândia, Feliz Natal e Nova Ubiratã recebem Corregedoria Participativa na próxima semana

Publicados

em

A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso realiza, entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro, mais uma edição do Programa Corregedoria Participativa. A iniciativa, que visa aproximar ainda mais o Poder Judiciário da sociedade, visitará as comarcas de Marcelândia (557 km de Cuiabá), Feliz Natal (512 km) e Nova Ubiratã (428 km).
 
As comarcas de Sinop (500 km) e Sorriso (420 km) também fazem parte do roteiro da comitiva liderada pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva. Em Sinop, será realizada a solenidade de implantação do Sistema de Apresentação Remota por Reconhecimento Facial (SAREF). Em Sorriso, a 5ª Vara Criminal passará por inspeção correcional.
 
Com o objetivo de promover um diálogo direto entre magistrados, servidores e a Corregedoria, o Programa Corregedoria Participativa terá início no Fórum da Comarca de Marcelândia, com atividades direcionadas aos servidores, reuniões com magistrados e uma palestra sobre Gestão de Gabinete e Secretaria. O corregedor também realizará visitas à prefeitura, à subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ao Ministério Público e à Defensoria Pública.
 
Em cada comarca, o desembargador Juvenal Pereira da Silva conduzirá reuniões para discutir demandas locais, garantindo que as atividades judiciais estejam alinhadas aos princípios de eficiência e celeridade. A comitiva é composta pelas juízas auxiliares Christiane da Costa Marques Neves e Cristiane Padim da Silva, além do juiz auxiliar Emerson Cajango.
 
Paralelamente, o juiz auxiliar realizará correições nas unidades judiciais, conforme determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
Programação: 
Segunda-feira (30 de setembro) – Marcelândia;
Terça-feira (01 de outubro) – Feliz Natal;
Quarta-feira (02 de outubro) – Sinop e Nova Ubiratã;
Quinta-feira (03 de outubro) – Sorriso;
 Sexta-feira (04 de outubro) – Retorno
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: logo do Programa Corregedoria Participativa. A imagem tem uma bússola dourada ao centro, rodeada por mãos de diversas etnias.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Judiciário realiza audiência pública sobre excluídos digitais nesta sexta-feira
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Comprador de empresa é obrigado a pagar R$ 25 mil em aluguéis após aquisição

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Aposentadoria Humanizada: Tribunal de Justiça realiza evento com aposentados de 2019 a 2022

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA