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Juizados Especiais de Cuiabá e de Várzea Grande atendem em locais centralizados e únicos; entenda

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Com o objetivo de facilitar o acesso à justiça de forma mais simplificada, fácil e econômica, o Poder Judiciário de Mato Grosso decidiu concentrar todos os juizados especiais de Cuiabá e de Várzea Grande em locais únicos, considerando a realidade de cada uma das cidades.
 
Na capital, todos os juizados especiais agora estão localizados no Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá Desembargador José Silvério Gomes, um novo prédio que foi inaugurado no dia 7 de dezembro de 2023, na Avenida Dr. Hélio Ponce de Arruda, s/n, Centro Político Administrativo, próximo ao Fórum de Cuiabá, na rua lateral, virando a esquerda depois da Sede das Promotorias de Justiça.
 
Os antigos juizados da Miranda Reis, Maruanã, Morada da Serra, Planalto, Jecrim, Juvam e outros estão todos funcionando no Complexo dos Juizados Especiais. O telefone geral da unidade judiciária é o (65) 3648-6850.
 
Em Várzea Grande, todos os juizados especiais, incluindo os antigos juizados Jardim Glória, Juizado do Cristo Rei e Jecrim, estão funcionando no novo fórum de Várzea Grande, inaugurado em julho de 2022 e instalado na Avenida Chapéu do Sol, s/n, Guarita II, CEP 78158-720.
 
Os juizados de Várzea Grande possuem uma secretaria unificada que atende pelo número (65) 3648-6860.
 
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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