TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Inscrições reabertas para psicólogos atuarem no Fórum de Aripuanã
A Comarca de Aripuanã reabriu as inscrições para o processo seletivo de Psicólogos que irão atuar no fórum local. A medida amplia o suporte técnico às decisões judiciais e contribui para um atendimento mais humanizado às partes envolvidas em processos.
O Edital nº 04/2026 tornou pública a reabertura das inscrições para o credenciamento de profissionais da área de Psicologia, com formação de cadastro de reserva para atuação na Vara Única da comarca. A seleção é destinada a pessoas físicas que atendam aos requisitos previstos no documento, como graduação em Psicologia reconhecida pelo Ministério da Educação e registro no conselho profissional.
De acordo com o edital, o processo seletivo será realizado por meio de análise documental, com classificação dos candidatos habilitados conforme critérios como experiência profissional e formação acadêmica. A iniciativa busca fortalecer o trabalho técnico no Judiciário, especialmente na elaboração de laudos e pareceres psicológicos, acompanhamento das partes e apoio às equipes multidisciplinares.
Os profissionais credenciados poderão atuar em diferentes frentes, como atendimento em processos cíveis e criminais, casos envolvendo infância e juventude, violência doméstica e acompanhamento em programas de penas e medidas alternativas. O objetivo é oferecer subsídios técnicos aos magistrados e ampliar o acesso da população a serviços especializados dentro do sistema de justiça.
As inscrições devem ser realizadas entre os dias 23 de março e 10 de abril de 2026, exclusivamente pelo e-mail [email protected], sem cobrança de taxa. O processo seletivo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.
Autor: Adellisses Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá
Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos
O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).
O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.
Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.
A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.
Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.
Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.
Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.
Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.
A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.
-
POLÍTICA MT6 dias atrásPivetta dispara, chega a 51,6% dos votos válidos e pode ser reeleito governador no primeiro turno neste domingo em mato grosso
-
CIDADES6 dias atrásGisela diz que Oeste está no radar de Pivetta com novas diretrizes de desenvolvimento
-
POLICIAL6 dias atrásSargento da Marinha é morto a tiros dentro de casa em Cáceres; polícia apura se vítima foi confundida com outro alvo
-
MATO GROSSO5 dias atrásOs R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados
-
POLICIAL6 dias atrásPolícia identifica mulher suspeita de integrar grupo que torturou vereador em MT
-
MATO GROSSO4 dias atrásPrefeitura prepara festa de R$ 2,3 milhões para comemorar 39 anos de Campo Novo do Parecis
-
POLÍTICA MT7 dias atrásPivetta cobra Wellington após promessa de renúncia: “Vai renunciar ou mentiu de novo?”
-
ECONOMIA6 dias atrásReunião presencial Brasil-EUA sobre temas comerciais
