TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Inscrições para webinário do CNJ podem ser feitas até 6 de setembro

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No dia 11 de setembro será realizado o 5º Webinário – Política de Atenção Integral à Saúde de Magistrados e Servidores do Poder Judiciário. O evento, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrerá das 9h15 às 18h, por meio do canal oficial do CNJ no Youtube.
 
O Webinário é destinado a magistrados, servidores e sociedade civil onde serão abordados o panorama da gestão de saúde no âmbito do Poder Judiciário e temas sobre a proteção à saúde mental de magistrados e servidores, saúde suplementar e interiorização da atenção.
 
As inscrições podem ser feitas até o dia 06 de setembro.
 
 
Confira a programação completa do evento:
 
9h15 – SOLENIDADE DE ABERTURA
 
Presidente de mesa: Conselheiro Giovanni Olsson – Coordenador do Comitê.
 
9h30 – PAINEL 1: PANORAMA DA GESTÃO DE SAÚDE NOS TRIBUNAIS
 
Presidente de mesa: Conselheiro Giovanni Olsson – Coordenador do Comitê.
 
Palestrantes:
 
Gabriela Moreira – Diretora Executiva do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ.
 
Tema: Diagnóstico do Poder Judiciário.
 
Daniel Marchionatti – Secretário-Geral do Conselho da Justiça Federal (CJF).
 
Tema: Gestão da Saúde no âmbito da Justiça Federal.
 
Bráulio Gusmão – Secretário-Geral do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).
 
Tema: Gestão da Saúde no âmbito da Justiça do Trabalho.
 
11h – PAINEL 2: BOAS PRÁTICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE
 
Presidente de mesa: Conselheira Jane Granzoto – Coordenadora Substituta do Comitê.
 
Palestrantes:
 
Denise Gomes da Silva – Secretária de Serviços Integrados de Saúde do Supremo Tribunal Federal.
 
Cledson Reis Silva – Médico do Superior Tribunal de Justiça.
 
Esterlina Santa de Araújo – Médica do Tribunal Superior do Trabalho.
 
12h30 às 13h30 – ALMOÇO
 
13h30 – PAINEL 3: PROTEÇÃO À SAÚDE MENTAL DE MAGISTRADOS E SERVIDORES NO PODER JUDICIÁRIO
 
Presidente de mesa: Sebastião Geraldo de Oliveira – Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
 
Palestrantes:
 
Fábio Angelim – Psicólogo do Superior Tribunal de Justiça.
 
Tema: Os desafios do cuidado em Saúde Mental para Magistrados e Servidores.
 
Fátima Macedo – Docente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
 
Tema: Fatores de riscos psicossociais: como identificar, avaliar e modificar o meio ambiente do trabalho.
 
15h – PAINEL 4: SAÚDE SUPLEMENTAR E INTERIORIZAÇÃO DA ATENÇÃO À SAUDE
 
Presidente de mesa: Flávia Moreira Guimarães Pessoa – Juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região.
 
Palestrantes:
 
Jayme de Oliveira – Conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
 
Tema: A atuação do CNMP no trato da saúde de Membros e Servidores.
 
Ana Carolina Zaina – Presidente do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (COLEPRECOR) .
 
Tema: A saúde suplementar e a interiorização da atenção para magistrados e servidores nos Tribunais do Trabalho.
 
Carlos França – Presidente do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE)
 
Tema: A saúde suplementar e a interiorização da atenção para magistrados e servidores nos Tribunais de Justiça.
 
16h30 – PAINEL 5: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A EFETIVIDADE DA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO À SAUDE DE MAGISTRADOS E SERVIDORES
 
Presidente de mesa: Flávia Moreira Guimarães Pessoa – Juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região.
 
Palestrantes:
 
Marco Aurélio Marsiglia Treviso – Juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região.
 
Tema: Olhar do segmento da Justiça Trabalhista.
 
Raecler Baldresca – Juíza do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.
 
Tema: Olhar do segmento da Justiça Federal.
 
Iracy Ribeiro Mangueira Marques – Juíza do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe.
 
Tema: Olhar do segmento da Justiça Estadual.
 
18h – ENCERRAMENTO
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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