TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Escola dos Servidores do Judiciário investe em capacitação para aprimorar prestação de serviços

A Escola dos Servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso tem como missão oferecer educação corporativa que possibilite aos servidores e servidoras de todas as unidades judiciais no Estado o desenvolvimento de competências necessárias para o alcance dos objetivos estratégicos da Instituição. Na atual gestão, 2021/2022, foram realizados 153 cursos com a participação de servidores e servidoras de todas as unidades judiciais de primeiro e segundo graus.
 
Diante dessa realidade, a Alta Administração do Judiciário mato-grossense investe de forma constante na cultura de aprendizagem permanente por entender que o conhecimento é ferramenta importante e necessária de transformação pessoal, social e profissional dos servidores e servidoras. “A capacitação é primordial para que todos e todas aprimorem os serviços judiciários em todos os setores da nossa Justiça estadual”, destacou Paulo Márcio Soares de Carvalho, juiz auxiliar da Presidência.
 
De acordo com o magistrado, servidores atualizados é o melhor caminho para entregar aos cidadãos e cidadãs uma prestação de serviços mais qualificada. Paulo Márcio disse que a presidente do Tribunal, desembargadora Maria Helena Póvoas, traçou como metas para a Escola dos Servidores a promoção de ações que garantissem inovação e ousadia na capacitação técnica dos servidores e servidoras.
 
O acesso à qualificação, conforme orienta o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), além de aprimorar a governança do Judiciário, gera benefícios à sociedade por meio da gestão de competências (conhecimento, habilidade e atitude) desenvolvidas pelo conjunto dos servidores e servidoras. Em 2021 e 2022, os 153 cursos realizados, de forma presencial e virtual, foram organizados em 321 turmas, atendendo mais de 17 mil alunos.
 
Entre os cursos teve capacitações, por exemplo, sobre processo e técnica legislativa; aperfeiçoamento para juízes e juízas leigas; redação jurídica; elaboração de ementas jurisprudenciais; gestão humanizada; Lei Geral de Proteção de Dados; elaboração de manuais para gestor geral, distribuidor e agentes da infância, e designs legal e visual law.
 
“Nossas estratégias são planejadas para atender as necessidades do Judiciário, justamente porque o impacto de todas as capacitações, treinamentos tem como intenção garantir a melhoria do atendimento ao público interno e externo e aumentar a celeridade processual”, sublinhou a coordenadora da Escola dos Servidores, Andrea Marcondes Alves.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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