TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Escola dos Servidores abre turma para Curso de Prevenção a Crimes Cibernéticos

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Para atuar de forma preventiva na identificação de possíveis crimes, a Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso, em parceria com a Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça, abre mais uma turma para o Curso de Prevenção a Crimes Cibernéticos, na modalidade presencial. Interessados podem se inscrever até às 16h deste sábado (20 de maio).
 
O curso, destinado a servidores(as) do Judiciário, será realizado na modalidade presencial, das 8h às 12h, na sede da Escola dos Servidores do Poder Judiciário, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.
 
Os instrutores do curso são o tenente-coronel PM Vitor Fernando Manassori Sakata e o 3º sargento PM Aparecido Donizeti Pipi Junior, ambos da Coordenadoria Militar do TJMT e que atuam na prevenção de crimes cibernéticos.
 
No curso serão abordados os seguintes temas:
 
– Introdução sobre o aumento dos crimes virtuais praticados;
 
– Top 15 Golpes praticados (Perfil fake whatsapp, clone, falso sequestro, falso boleto, Sim swap, golpe facção, falsa central bancária, falso leilão, página falsa, sextorsão, mão fantasma, falso motoboy, falso e-mail, golpes via pix, falso advogado);
 
– Sugestão de boas práticas de segurança da informação (wifi, autenticação em 2 fatores, sms, pen drives, token); . Engenharia Social;
 
– Tipos de Roubos de Dados (Ransomware, web skimmer, phishing e pharming);
 
– DEEPFAKES;
 
– Sugestão de cuidados em Redes Sociais;
 
– Cuidados sobre proteção de dados; . Dicas e cuidados sobre E-commerce (compras pela internet);
 
– Ações preventivas e o que fazer;
 
– Metaverso.
 
Dani Cunha
Núcleo de Comunicação Interna
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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