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Em data comemorativa, presidente do TJMT rende homenagens aos oficiais de Justiça

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Neste 25 de março comemora-se em todo o país o Dia Nacional do Oficial de Justiça. A data foi formalizada por meio da Lei nº 3695/2012, em homenagem a esses servidores do Poder Judiciário.
 
“Na pessoa do presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça, Jaime Osmar Rodrigues, cumprimento todos os oficiais de Justiça de Mato Grosso. E deixo aqui o nosso reconhecimento ao trabalho desta categoria, que representa a ponta no Sistema de Justiça e é fundamental para a atuação do Poder Judiciário em todo o Estado”, disse a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas.
 
Os oficiais de Justiça possuem papel fundamental e indispensável para a devida entrega da prestação jurisdicional, pois são os responsáveis por fazer cumprir as decisões judiciais. São eles que recebem o mandado, após a ordem do magistrado e da magistrada, e saem para cumprir a determinação judicial na cidade em que atuam.
 
Atualmente, atuam no Poder Judiciário de Mato Grosso 679 oficiais de Justiça, sendo 661 distribuídos nas 79 comarcas e 18 no TJMT.
 
#ParaTodosVerem: Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência.
Imagem colorida de um distintivo de Oficial de Justiça em cima de uma mesa de madeira . Ao centro o texto: 25/03 – Dia Nacional do Oficial de Justiça. Parabéns, Oficial de Justiça! Assina a peça a logo do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso.
 
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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