TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Divulgado resultado preliminar de profissionais de Psicologia para atuar em Colniza

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A Comarca de Colniza divulgou o resultado preliminar do processo que seleciona profissionais de Psicologia. A iniciativa busca garantir atendimento técnico especializado para auxiliar o trabalho do Judiciário e ampliar o acesso da população a serviços qualificados.

De acordo com o Edital 3/2026, foi publicada a lista dos candidatos inscritos e avaliados no processo de credenciamento. Após a análise dos documentos e critérios previstos no edital, uma candidata foi considerada habilitada para a função de psicóloga do juízo da comarca. Outra candidata foi desclassificada por não apresentar toda a documentação exigida.

Os candidatos que desejarem contestar o resultado preliminar podem apresentar recurso no prazo de dois dias úteis, contados a partir do primeiro dia útil seguinte à publicação no Diário da Justiça Eletrônico. O pedido deve ser feito de forma online, por meio do sistema disponível no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso – TJMT, direcionado à Comarca de Colniza, responsável pelo processo seletivo.

A seleção de profissionais da Psicologia contribui diretamente para o atendimento mais humanizado e técnico das demandas judiciais, beneficiando tanto as partes envolvidas nos processos quanto a comunidade local.

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O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe), de quinta-feira (5 de janeiro), nas páginas 19 e 36.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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