TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Diamante é legítimo: TJMT reconhece trabalho contínuo, coletivo e integrado em conquista inédita
O trabalho dedicado de magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso, conduzido de forma conjunta e consistente ao longo dos anos, culminou na conquista inédita e histórica do Selo Diamante do Prêmio CNJ de Qualidade 2025. Esse reconhecimento coroa mais de uma década de evolução contínua, construída passo a passo por equipes comprometidas com a excelência do serviço público.
Desde os primeiros Selos Bronze e Prata, passando por cinco Ouro consecutivos, o PJMT ampliou serviços, aprimorou processos, fortaleceu a gestão e se aproximou da sociedade. O Selo Diamante, concedido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), simboliza essa maturidade institucional.
Trabalho contínuo, coletivo e integrado
A premiação reflete o empenho diário de todas as áreas e Comarcas. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) segue buscando a valorização de cada servidor e servidora, reconhecendo que o serviço público se sustenta em compromisso, ética e entrega permanente.
Cumprimento integral das diretrizes do CNJ
Para alcançar o Diamante, o TJMT atendeu a todos os requisitos da Portaria CNJ nº 411/2024, por meio de critérios objetivos relacionados à produtividade, transparência, governança, tecnologia e qualidade dos dados.
O modelo de avaliação, com mais de 2.300 pontos – distribuídos em dezenas de indicadores, cada um com regras, metodologias e parâmetros definidos nacionalmente -, exige evidências claras, rotinas consolidadas e aderência rigorosa às normas nacionais. Inspeções presenciais do CNJ confirmaram a conformidade e a qualidade do trabalho desenvolvido por servidores e servidoras do Judiciário mato-grossense. Mutirões, sessões de júri e ações integradas entre magistrados(as) e servidores(as) também reforçaram resultados.
Transformação real ao cidadão
A evolução aparece no dia a dia com maior agilidade processual, audiências mais rápidas, ampliação de serviços digitais e informações acessíveis. Cada avanço reduz espera, aumenta confiança e aproxima o Judiciário da população.
Avanços de 2025
* Produtividade: +15,32 pontos percentuais
* Transparência: 100% (+16,67 pontos percentuais)
* Dados e Tecnologia: +10,42 pontos percentuais
Com o Selo Diamante, o TJMT integra o grupo dos tribunais mais bem avaliados do país. A conquista confirma a legitimidade do trabalho desenvolvido, fruto da técnica, responsabilidade e dedicação humana de magistrados(as) e servidores(as). É a prova de um Judiciário que evolui de forma contínua e mantém firme o propósito de entregar Justiça com eficiência, modernidade e compromisso social.
Leia matérias relacionadas:
Foco em processos antigos e qualificação de dados contribuem para conquista do Selo Diamante
Com investimento em tecnologia e gestão, TJMT sai do 11° para 2° lugar entre tribunais brasileiros
Cumprimento de metas do CNJ impulsiona celeridade e garante qualidade nos serviços do Judiciário
Portas abertas ao cidadão: TJMT conquista Selo Diamante de Transparência
TJMT atinge 100% em Transparência no Prêmio Qualidade do CNJ
TJMT é destaque no Selo Diamante em áreas que geram mudança real na vida das pessoas
Dados estatísticos demonstram avanço do Tribunal na entrega de justiça efetiva e ágil
Do Bronze ao Diamante: TJMT é reconhecido pela proximidade com a população em premiação do CNJ
Quando a Justiça transforma a vida de pessoas: TJMT conquista pela primeira vez Selo Diamante do CNJ
Autor: Assessoria
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Encontro de almas: diligência abriu as portas da paternidade para agente da Infância e Juventude

Uma bebê foi abandonada pela mãe na casa da parteira, uma senhora muito pobre e sem condições de cuidar da criança, em Barra do Bugres. Nomeado guardião legal da criança, Aparecido levou a bebê com apenas quatro dias de nascida para casa. Ele e a então esposa cuidaram da recém-nascida até que ela restabelecesse a saúde, ao longo de três meses. O cuidado foi tamanho que o servidor, que também trabalhava como professor no período noturno, deixou este emprego para se dedicar ao cuidado com a menina.
Aparecido revela que não tinha interesse em adotar, mas, após três meses de acolhimento daquela bebezinha, decidiu que queria ficar com ela para sempre e pediu para entrar na fila da adoção. O processo levou tempo, pois investigações foram feitas e a mãe biológica foi identificada. Ela teve que registrar a criança, mas acabou perdendo o pátrio poder e, então a menina pôde participar do processo de adoção. “Ela veio como um presente de Deus”, afirma Aparecido.
Já estava escrito
“Eu acho que tudo já estava escrito pra ser dessa forma. Ele já era meu pai, só foi me buscar”, afirma Érica Taiane Buzato da Silva, 36 anos, filha mais velha de Aparecido, que sente o mesmo. “Pra mim, já existia uma paternidade de verdade, o vínculo, o cuidado e o amor vieram antes da ‘chegada’. Quando ela diz isso, eu sinto que a nossa história confirmou o que a gente viveu todos os dias”, diz o servidor.
Érica conta que seus “pais do coração” sempre foram transparentes em relação à sua origem e que, mesmo passando anos questionando o porquê do abandono, o amor que recebeu da família a levou a superar todas as dores.
“Eu sempre soube que eu era adotada. Fui a primeira filha deles. Depois, eu tive mais dois irmãos e a gente cresceu muito feliz. O meu pai é uma pessoa maravilhosa na minha vida! Não sei nem como agradecer porque, se não fosse ele, eu não sei o que poderia ter acontecido comigo. Sou muito grata ao meu pai e à minha mãe porque cuidaram de mim com todo amor, sem nenhuma diferença de mim e os meus irmãos”, diz.
A gratidão relatada por Érica é sentida também por parte do pai dela. “Me sinto profundamente grato e em paz. Olhando pra trás, vejo que o acolhimento que demos à Érica foi mais do que cuidados: foi amor que sustentou a ela e a mim”, afirma. Em relação à paternidade, que começou com a chegada de Érica em sua vida, Aparecido conta que sempre viu como algo muito simples a educação dada a ela e aos demais filhos, Evili e Lucas. “Nunca vi a Érica diferente, mas sim como filha, igual aos outros”, conta.
Legado construído com exemplo
Aparecido destaca que sempre priorizou transmitir aos filhos valores como honestidade, caráter e determinação para batalhar pelos objetivos. “Eu sempre busquei passar esses valores no comportamento e nas escolhas do dia a dia, sendo honesto, firme e batalhador, para que eles aprendessem com a nossa convivência, não só com palavras”, pontua.
Para Érica, ficaram desses ensinamentos a admiração e o desejo de seguir os mesmos passos do pai. “Meu pai é uma pessoa de muito caráter, muito esforçado, inteligente, batalhador. Eu sei que a vida dele também foi muito difícil. Eu não sou igual a ele, mas tento ser e me espelho nele porque é uma pessoa maravilhosa. Ele me ensinou a ser uma pessoa honesta e a lutar pelos meus objetivos, pela minha felicidade. Eu conto tudo pra ele, então, a gente tem realmente uma ligação muito forte”, afirma Érica.
Ela destaca que se considera parecida até fisicamente com Aparecido. “É estranho, mas eu acho que a convivência faz a gente ficar parecido. Dizem que pai é quem cria, mas, pra mim, é mais do que isso: meu pai é meu porto seguro, minha referência”.
Por sua vez, Aparecido diz ser muito gratificante e emocionante ver os frutos do seu amor de pai. “Saber que a minha presença ajudou a formar o caráter dela e que hoje existe essa conexão me dá orgulho, e também me faz querer continuar fazendo o certo todos os dias”.
Apoio incondicional
Encontrar nos pais um porto seguro fez com que Érica tivesse coragem para encarar de frente seu passado e, depois de adulta, buscar suas origens. “Eu não perguntava por que achava que era algo que machucava eles, de certa forma. Mas, quando eu perguntei, ele foi atrás, conseguiu o contato de outro pai que também tinha adotado a minha outra irmã. Meu pai me ajudou e eu conheci ela e outro irmão, filho dessa minha mãe biológica. E foi muito legal conhecê-los porque faz parte da minha história, de certa forma, porque têm o meu sangue”, relata Érica. Ao reencontrar os irmãos biológicos, sua genitora havia falecido um ano antes.
Da parte de Aparecido, ele conta que ajudar Érica nesse processo de resgatar o contato com a família biológica foi um misto de carinho e responsabilidade. “Eu entendia o desejo dela de conhecer as origens e apoiei esse caminho. Ao mesmo tempo, eu precisava respeitar o tempo dela e garantir que essa busca não virasse dor ou culpa. Ver que ela conseguiu se aproximar com segurança me deixa muito satisfeito”, avalia.

Pai e apoiador, Aparecido confirma que a distância aperta o coração, mas que, ao mesmo tempo, sente orgulho ao ver que Érica está correndo atrás dos próprios objetivos com coragem. “A gente procura estar presente do jeito que dá, com diálogo, apoio e carinho. E isso ajuda a transformar a saudade em motivação”.
Adoção
Enquanto agente da Infância e Juventude, Aparecido ressalta que a Justiça tem um papel fundamental em garantir que toda criança tenha o direito de crescer em um ambiente seguro, com afeto, dignidade e oportunidades. “A adoção não é apenas um ato jurídico; é a construção de uma família baseada no amor e na responsabilidade”, avalia.
Ele lembra que, desde quando adotou Érica até os dias atuais, a legislação evoluiu muito. “Hoje, o processo de adoção é mais estruturado, transparente e voltado, acima de tudo, ao melhor interesse da criança e do adolescente. Há uma preparação maior das famílias, acompanhamento técnico e mecanismos que buscam reduzir o tempo de permanência de crianças em acolhimento institucional, sempre preservando seus direitos”, explica.
Aparecido aproveita este Dia dos Pais para deixar uma mensagem a todos os pais: “Aos pais biológicos, que valorizem o privilégio de acompanhar o crescimento dos seus filhos com amor, presença e responsabilidade. E aos pais de coração, que nunca duvidem da força do amor que escolheram oferecer. A verdadeira paternidade não é definida pelo sangue, mas pela presença, pelo cuidado, pelo exemplo e pelo compromisso de estar ao lado do filho em todos os momentos da vida. É esse amor que transforma histórias, fortalece famílias e constrói seres humanos melhores”, declara.
Érica, por sua vez, afirma: “Adoção não é sobre preencher um vazio, mas sobre transbordar o amor, porque é isso que eu sinto”.
-
MATO GROSSO5 dias atrásA conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato
-
MATO GROSSO4 dias atrásPrefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato
-
POLÍTICA MT6 dias atrásVídeo feito por IA projeta Wellington no Paiaguás com Silval, Riva, Emanuel e Jayme e viraliza
-
POLÍTICA MT5 dias atrásVídeo recortado do debate em que Wellington diz ser médico-veterinário ao responder pergunta sobre saúde viraliza na rede
-
MATO GROSSO3 dias atrásGisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças
-
POLÍTICA MT4 dias atrásPivetta e Wellington estão empatados em Mato Grosso
-
POLÍTICA MT4 dias atrásDr. João rompe com Wellington e declara apoio a Pivetta
-
POLÍTICA MT4 dias atrás”Não vou dormir direito com gente morando mal”, afirma Pivetta ao defender reforma urbana em municípios de MT – veja o video

