TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Corregedoria Participativa chega a Rondonópolis e promove diálogo com servidores

O Programa Corregedoria Participativa chegou ao município de Rondonópolis (214 km de Cuiabá), na manhã desta segunda-feira (26). Sob a liderança do corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, o propósito da comitiva é aproximar o Poder Judiciário do Estado da sociedade civil e dos cidadãos.
 
“O nosso objetivo com o Programa Corregedoria Participativa é proporcionar um momento de escuta. Queremos ouvir as demandas dos senhores, os desafios e sugestões que possam ter para a melhoria da prestação de serviços em nossas unidades”, explicou o corregedor.
 
Em seu pronunciamento de abertura ele falou ainda da gratidão de estar em “sua cidade”. “Eu tive a honra de exercer a magistratura em Poxoréu, Tesouro e Rondonópolis, terras as quais tenho muito carinho. Todo meu apreço aos que aqui trabalham em prol dos cidadaõs, promovendo um melhor atendimento e rapidez a todos aqueles que necessitam do Poder Judiciário”, declarou.
 
Para o juiz diretor do Foro de Rondonópolis, Francisco Rogério Barros, é uma satisfação ter a presença do corregedor e equipe na comarca. “Estamos felizes, mas sentiremos a pressão durante a semana. Com certeza, ao final, os senhores sairão daqui com boas impressões e satisfeitos com o que encontraram”, pontuou. Ele aproveitou para enaltecer o bom desempenho da Comarca que está com três varas ranqueadas segundo o sistema Omni, usado pelo Poder Judiciário para monitorar a produção dadas unidades.
 
A juíza auxiliar da CGJ, Cristiane Padim, comentou a satisfação em estrear sua nova função no programa Corregedoria Participativa, e mais ainda em Rondonópolis. “É minha cidade, meu espaço, começar aqui significa muito. Eu venho para somar nessa equipe maravilhosa. Eu venho para falar da mediação, de algo restaurador e junto com vocês construir essa pacificação social, dar atenção a meta 3 do CNJ, estimulando a conciliação. O diálogo restaurador é um excelente, senão a melhor solução de conflitos”, apontou.
 
O diretor do Foro de Pedra Preta, juiz Marcio Rogério Martins, também participou do evento de abertura em Rondonópolis, juntamente com servidores da comarca. Para ele, a Corregedoria Participativa é um momento único de aprendizado e troca.
 
Prestigiaram a abertura os magistrados Luiz Antonio Sari (1ª Vara Cível), João Filho de Almeida Portela (2ª Vara Cível), Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento (4ª Vara), Maria das Graças Gomes da Costa (Vara da Infância), Wagner Plaza Machado Júnior (2º Juízado Especial Cível e Criminal), Rhamice Ibrahim Ali Ahmad Adallah (1ª Vara de Família e Sucessões), Wanderlei José dos Reis (2ª Vara de Família e Sucessões), Aroldo José Zonta Burgarelli (1ª Vara de Fazenda Pública), Leonardo de Araújo Costa Tumiati (1ª Vara Criminal), Pedro Davi Benetti (2ª Vara Criminal), Cristhiane Trombini Puia Baggio (3ª Vara Criminal), Sabrina Andrade Galdino Rodrigues (4ª Vara Criminal), Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni (5ª Vara Criminal) e Maria Mazarelo Farias Pinto (Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher) e servidores.
 
Linguagem Simples – Nesta primeira edição do ano de 2024 foi inserida a dinâmica “Gestão Participativa”, que abordou o tema “Aplicação das técnicas de linguagem simples e Visual Law”. A atividade foi conduzida pela servidora Kelly Assumpção. “Nossa intenção aqui foi disseminar a importância de uma linguagem mais simples, precisa e objetiva, facilitando assim o entendimento de todos”, argumentou.
 
Sobre o Programa – Corregedoria Participativa busca, principalmente, fortalecer os vínculos entre o Poder Judiciário e a comunidade, fomentando a transparência e a participação cidadã nas atividades judiciais. A iniciativa visa garantir uma Justiça mais acessível e eficiente, considerando as especificidades e demandas de cada comarca.
 
A comitiva do Programa ainda é composta pelos juízes auxiliares Christiane da Costa Marques Neves, Emerson Cajango, e Cristiane Padim da Silva, que acaba de integrar a equipe da CGJ-TJMT após a ascensão ao desembargo do magistrado Lídio Modesto da Silva Filho, que até então atuava na função. O juiz Jorge Alexandre Martins Ferreira, também acompanha o grupo e é o responsável pelas inspeções nas unidades prisionais.
 
Correições – Paralelamente, o juiz auxiliar Emerson Cajango, está conduzindo as correições nas unidades judiciais das comarcas atendendo à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Este trabalho de correição in loco já soma 46 comarcas e 167 unidades correicionadas, desde o início da gestão do desembargador Juvenal Pereira.
 
O magistrado ainda trouxe aos servidores uma palestra sobre gestão de gabinete e secretaria, mostrando boas práticas que facilitam o dia a dia, otimizando tempo e melhorando a produtividade. “Falta pouco para nós atingirmos o Selo Diamante do CNJ. O TJMT finalizou o ano de 2023 tudo no verdinho, ou seja, todos os indicadores alcançados. Mas alcançar os indicadores não basta, precisamos ir além para conquistarmos o Selo Diamante e é isso que venho trazer aqui, essa proposta, esse incentivo de como fazer, e por que fazer. Todos nós ganhamos com a melhora da performance”, reforçou.
 
O juiz auxiliar da CGJ-TJMT, Emerson Cajango, informou que o TJMT receberá a inspeção ordinária do CNJ nos dias 18, 19 e 20 de março deste ano.
 
Programação – Rondonópolis é o primeiro município da região Sul do Estado a receber a comitiva. Na sequência será a vez dos municípios de Pedra Preta, na terça-feira (27) e Guiratinga, na quarta-feira (28).
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1 – Corregedor-geral da Justiça posa ao lado os magistrados e servidores da comarca de Rondonópolis. Todos estão em pé em um auditório. Foto 2 – Juiz auxiliar Emerson Cajango realiza dinâmica com participantes sobre importância de uma comunicação clara.
  
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Ação em Cáceres promove qualificação de dados de custódia e gestão do sistema prisional

O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF-TJMT) do THomem de camiseta preta aponta para uma tela de TV que exibe quatro gráficos com dados estatísticos sobre pessoas privadas de liberdade do sistema BNMP.ribunal de Justiça de Mato Grosso realizou, nos dias 11 e 12, uma série de atividades no Polo de Cáceres. A iniciativa teve como foco o aprimoramento das audiências de custódia e a qualificação das informações registradas pelo sistema de justiça criminal.

A ação integra o plano de trabalho do GMF-TJMT, supervisionado pelo desembargador Orlando de Almeida Perri, e foi coordenada pelo juiz Marcos Faleiros da Silva, responsável pelo eixo Audiência de Custódia.

A programação foi executada pelos servidores Marcos Eduardo Moreira Siqueri e Adriana Carla Lima, que estiveram na região para orientar magistrados, gestores e servidores sobre a importância da coleta correta de dados relacionados às pessoas apresentadas em audiência de custódia.

O objetivo é fortalecer a produção de informações que auxiliem o planejamento e a execução de políticas públicas voltadas ao sistema prisional.

Durante reunião técnica realizada com equipes que atuam no plantão criminal, foram repassadas orientações sobre o preenchimento adequado dos sistemas utilizados pelo Poder Judiciário. A capacitação destacou a relevância dos dados coletados para a formulação de ações voltadas à execução penal, à reintegração social e à reabilitação das pessoas privadas de liberdade.

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Segundo a equipe técnica, a audiência de custódia representa um momento estratégico dentro do sistema de justiça criminal. Por ser a porta de entrada do sistema prisional, ela possibilita a obtenção de informações importantes sobre o perfil da população custodiada, contribuindo para diagnósticos mais precisos e para a construção de políticas criminais mais eficientes e alinhadas à realidade.

Os participantes também receberam orientações sobre a correta alimentação do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), ferramenta que reúne informações sobre pessoas privadas de liberdade em todo o país. O aperfeiçoamento desses registros fortalece a gestão de dados e amplia a capacidade de monitoramento e planejamento das ações desenvolvidas no sistema prisional.

Além da capacitação, a equipe do GMF realizou visitas técnicas às unidades prisionais masculina e feminina de Cáceres. O foco foi a avaliação das salas utilizadas para audiências de custódia por videoconferência, analisando aspectos estruturais, tecnológicos e operacionais necessários para garantir a realização adequada dos atos processuais.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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