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Corregedoria encerra inspeções em cartórios de Juscimeira, Dom Aquino e Jaciara

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Seis pessoas estão em pé em frente ao Cartório do 2º Ofício de Jaciara. Ao centro estão o cartorário Marcelo Farias Machado e a juíza auxiliar da Corregedoria Myrian Pavan Schenkel. Na fachada, aparece a identificação A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) encerrou nesta sexta-feira (7 de agosto) a agenda de inspeções presenciais realizada em 10 serventias extrajudiciais das Comarcas de Juscimeira, Dom Aquino e Jaciara.

Os trabalhos começaram na segunda-feira (3) e tiveram como objetivo verificar atos praticados pelas unidades, a prestação de contas e o cumprimento das normas que regulamentam os serviços notariais e de registro.

Nesta sexta-feira, as inspeções foram realizadas nos Cartórios do 1º e do 2º Ofícios de Jaciara. No 2º Ofício, a equipe foi recebida pelo cartorário Marcelo Farias Machado.

A programação sofreu alteração por causa do feriado municipal de 6 de agosto em Juscimeira. Com isso, as inspeções nos Cartórios do 1º e do 2º Ofícios de Juscimeira ocorreram no dia 5, e as de Dom Aquino, no dia 6.

Os trabalhos foram coordenados pela juíza auxiliar da Corregedoria Myrian Pavan Schenkel, com apoio da assessora Aline Bottezel da Rosa, da diretora do Departamento do Foro Extrajudicial (DFE), Nilcemeire Vilela, e de servidores do departamento.

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Durante as inspeções, foram analisados livros, protocolos, documentos contábeis, comprovantes de pagamento de emolumentos e outros registros relacionados ao funcionamento das serventias.

Alcione dos Anjos

Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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