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Corregedor participa do XXI Encontro Estadual de Notários e Registradores de Mato Grosso

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O corregedor-geral da Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), desembargador Juvenal Pereira da Silva, participou nesta sexta-feira (27/10), da abertura do XXI Encontro Estadual de Notários e Registradores de Mato Grosso. O evento, que debate os mais avançados temas que envolvem as especialidades das serventias extrajudiciais, ocorre até sábado (28/10), na sede da Associação dos Notários e Registradores do Estado de Mato Grosso (Anoreg-MT), em Cuiabá.
 
“Com grande honra aceitei o convite da Anoreg-MT, parceira fiel da Corregedoria em ações de sucesso no Estado, como o Registre-se, mutirão do registro civil e o Solo Seguro, mutirão de regularização fundiária, para participar deste evento, que tem uma grande importância para o Foro Extrajudicial. É um momento em que os senhores podem se reunir, compartilhar conhecimento e se atualizarem sobre diversos temas pertinentes à realidade notarial e registral, nos âmbitos estadual e nacional. Espero que todos possamos sair daqui mais preparados e inspirados para enfrentar os desafios e oportunidades que se apresentam”, disse o corregedor.
 
Na abertura do encontro, a presidente da Anoreg-MT, Velenice Dias, agradeceu a participação de todos e também ressaltou que o encontro é de extrema importância pela presença de renomados palestrantes e pelo compartilhamento de experiências. “Serão dois dias de encontro, a oportunidade para compartilhar informações, e mais do que isso, de estreitar laços com os colegas e trocar conhecimentos”, avaliou.
 
“Estou muito feliz com a participação do corregedor, desembargador Juvenal Pereira, que no início de sua gestão brincou que a Corregedoria não estava de portas abertas, mas sim de portas escancaradas para os notários e registradores do Estado. Obrigada pelo acolhimento e por ser sempre nosso parceiro”, agradeceu.
 
O vice-presidente do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil (IRIB), José de Arimatéia Barbosa, também desejou um excelente e proveitoso encontro. “Eu como representante do IRIB não poderia deixar de marcar presença neste grande evento. Tenho certeza de que será uma oportunidade de nos atualizarmos com temas relevantes da nossa profissão”.
 
Participaram ainda da abertura do encontro o diretor-tesoureiro da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Helmut Daltro, a secretária-geral adjunta da OAB-MT, Adriana Tanssini e a presidente da OAB-MT – Subseção de Primavera do Leste, Ethiene Brandão.
 
Sobre o evento – O encontro, que é promovido pela Associação dos Notários e Registradores do Estado de Mato Grosso (Anoreg-MT) e pela Escola Mato-Grossense de Notários e Registradores (Emnor), debaterá edição temas como: Registro de Partidos Políticos; LGPD nos cartórios; Novidades no Código Nacional de Normas – Provimentos 151, 152 e 153 do CNJ; Registro Civil – os avanços e novas perspectivas, entre outros. Além de realizar workshop sobre questões controvertidas e interpretações sobre emolumentos.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagens: Foto 1 – O corregedor, desembargador Juvenal Pereira fala aos presentes no púlpito. Ao seu lado estão sentadas as autoridades participantes da mesa de abertura. Os demais participantes do evento estão sentados no auditório.
 
Larissa Klein  
Assessoria de Comunicação CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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