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TCE-MT promove mais uma edição do Tricotando sobre Ouvidoria no próximo dia 17

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O funcionamento, atuação e objetivos da ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS) será o tema central do Tricotando sobre Ouvidoria do próximo dia 17 de outubro. O encontro online realizado trimestralmente pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), por meio da Ouvidoria-geral, será transmissão ao vivo pela TV Contas (canal 30.2) e pelo Canal do TCE no YouTube, a partir das 9h.

A abertura dos trabalhos será feita pelo ouvidor-geral do TCE-MT, conselheiro Antonio Joaquim, e pelo superintendente regional da Controladoria Geral da União (CGU) em Mato Grosso, Daniel Gontijo.

Na sequência, a assessora técnica da Ouvidoria Estadual do SUS, Oneide Martins Ribeiro Romera, abordará a estrutura de denúncia no Sistema Único de Saúde. Com previsão de duração de 20 minutos, a segunda palestra ficará sob responsabilidade do ouvidor e controlador interno da Prefeitura de Ipiranga do Norte, Jonathan Telles, que falará sobre a organização de ouvidorias.

Na ocasião, também será debatida a possibilidade da criação de uma entidade para organizar e representar as ouvidorias de todo o estado, nos moldes da Rede Nacional de Ouvidorias (Renouv).

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Clique aqui e confira a programação completa.

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Fonte: TCE MT – MT

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TCE aprova contas de 2025 da gestão Mauro e destaca avanços em segurança e educação

Parecer do Tribunal de Contas reconhece superávit de R$ 3,4 bilhões, maior resultado financeiro dos últimos cinco anos e cumprimento dos limites constitucionais

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) emitiu parecer prévio favorável às contas de governo de 2025, último exercício completo da gestão Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. O voto do relator, conselheiro José Carlos Novelli, foi aprovado por unanimidade pelo Plenário.

Entre os principais resultados apontados pelo Tribunal estão um saldo positivo de R$ 3,4 bilhões nas contas do Estado e R$ 9,7 bilhões disponíveis em caixa, maior valor dos últimos cinco anos. O relatório também destacou que Mato Grosso terminou 2025 com as contas equilibradas e uma situação financeira positiva de R$ 5,5 bilhões em relação às dívidas.

O relatório também reconheceu o cumprimento dos principais limites constitucionais e legais. Mato Grosso destinou 26,73% da receita para a Educação, acima do mínimo de 25%, e 17,47% para a Saúde, enquanto o limite para despesas com pessoal ficou em 45,54%, abaixo do teto de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Para o candidato ao Senado, Mauro Mendes, o resultado é consequência de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade com o dinheiro público e capacidade de transformar o equilíbrio das contas em investimentos que chegam diretamente à população.

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“Quando se trabalha com seriedade, planejamento e responsabilidade, os resultados aparecem. Nós organizamos as contas do Estado para poder fazer aquilo que realmente importa: investir. Fizemos os maiores investimentos em obras e ações da história de Mato Grosso, levando serviços, infraestrutura e melhorias para perto da casa do cidadão, em todas as regiões”, afirmou Mauro.

Em 2025, a receita arrecadada pelo Estado chegou a R$ 42,6 bilhões, valor 15,16% superior à previsão inicial. O resultado financeiro, segundo o TCE, demonstra a capacidade fiscal acumulada pelo Estado ao final do exercício.

O parecer do conselheiro Novelli também registrou resultados positivos em áreas específicas das políticas públicas. Na segurança, houve redução dos homicídios e dos roubos de veículos. Na educação, os dados disponíveis apontaram melhora nos índices do Ideb. Já a cobertura geral de abastecimento de água ficou acima da média nacional. Na previdência estadual, houve redução de 6,01% no déficit atuarial da MT Prev, que terminou o exercício em R$ 58,3 bilhões.

“O Estado encerrou o exercício com resultado orçamentário ajustado positivo, elevada disponibilidade financeira, endividamento sob controle e cumprimento dos principais limites constitucionais e legais relativos à educação, à saúde e às despesas com pessoal. Esse cenário evidencia a capacidade fiscal do Governo de sustentar e aprimorar as políticas públicas e os investimentos estaduais”, afirmou Novelli.

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O processo segue agora para julgamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

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