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TCE-MT lidera articulação nacional e Cuiabá sediará 1º Fórum de Saúde Digital

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Coordenado pelo vice-presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Guilherme Antonio Maluf, o Comitê Técnico de Saúde do Instituto Rui Barbosa (IRB) definiu que o 1º Fórum Nacional de Saúde Digital será realizado em Cuiabá. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (26), durante reunião do IX Congresso Internacional de Controle e Políticas Públicas, em Manaus (AM). Clique aqui para se inscrever.

O evento será nos dias 30 de junho e 1º de julho, e ajudará a estabelecer diretrizes sobre o tema. “O Fórum é um passo estratégico para consolidar a atuação dos Tribunais na era digital. Precisamos discutir diretrizes que orientem o uso ético, eficiente e inclusivo da tecnologia no SUS”, diz Maluf, que preside a Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social do TCE-MT. 

Neste sentido, o Comitê reforçou o potencial da inteligência artificial na medicina, especialmente em áreas como telemedicina, diagnóstico por imagem e produção de conhecimento técnico. A expectativa é que a tecnologia possa ampliar o acesso a especialistas, principalmente em regiões remotas.

Durante a reunião, também foram apontados caminhos para a padronização do monitoramento nacional dos Planos Municipais de Saúde. A proposta é baseada nas boas práticas dos Tribunais de Contas do Espírito Santo (TCE-ES) e do Rio Grande do Sul (TCE-RS) e visa garantir que todos os Tribunais do Brasil adotem critérios técnicos uniformes na análise desses planos. 

Crédito: Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Coordenador do Comitê Técnico de Saúde do IRB, vice-presidente do TCE-MT, conselheiro Guilherme Antonio Maluf. Clique aqui para ampliar.
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Diante disso, foi aprovada a realização de uma reunião técnica entre o Comitê, representantes dos Tribunais de Contas dos Estados do Espírito Santo (TCE-ES), do Rio Grande do Sul (TCE-RS), do TCE-MT e do Tribunal de Contas da União (TCU), na qual serão definidas quais informações do Ministério da Saúde são necessárias para operacionalização do sistema que vai fazer a Auditoria Operacional sobre os planos. 

O resultado será apresentado ao Ministro da Saúde para a formalização de um acordo de cooperação técnica. “A saúde acompanha o ser humano ao longo de toda a vida e deve ser tratada como um princípio fundamental.  Cabe ao Controle Externo verificar se as Políticas Públicas estão sendo efetivamente implementadas para garantir esse direito”, afirmou o Presidente do Comitê, conselheiro Sebastião Helvecio. 

Capacitação técnica

 Outro ponto estratégico abordado foi a capacitação técnica, com duas diretrizes fundamentais. A primeira propõe a formação conjunta de Auditores de Controle Externo, em parceria com os controladores internos do SUS, visando o aprimoramento técnico e a atuação integrada. A segunda diretriz, prevista para 2025, é a realização de ações formativas voltadas aos conselhos municipais e estaduais de saúde.

Para aprofundar esse trabalho, foi anunciada a realização do 2º Encontro Nacional de Saúde, que ocorrerá durante o IV Congresso Internacional dos Tribunais de Contas (IV CITC), em Florianópolis-SC.

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O CICPP

O IX Congresso Internacional de Controle e Políticas Públicas é promovido pelo Instituto Rui Barbosa (IRB) e pelo Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), o IX CICPP é realizado entre os dias 26 e 29 de maio, com o tema “Desenvolvimento e Controle: Políticas Públicas Descentralizadas e a COP 30”, destacando a importância da governança ambiental e da descentralização no contexto brasileiro, que neste ano sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP 30.

O evento conta com o patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC-Sesc/Senac) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), e o apoio institucional dos Tribunais de Contas de Angola, Espanha e Portugal, da Escola de Contas Públicas do TCE-AM, da Atricon, do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), da Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), da Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon), da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (AMPCON), do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Contas (CNPGC), da Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas (ANTC), da Associação das Entidades Oficiais de Controle Público do Mercosul (ASUR), do Instituto de Estudos Técnicos e Investigação da Argentina (IETeI) e do Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas (IBRAOP).

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: [email protected]

Fonte: TCE MT – MT

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TCE aprova contas de 2025 da gestão Mauro e destaca avanços em segurança e educação

Parecer do Tribunal de Contas reconhece superávit de R$ 3,4 bilhões, maior resultado financeiro dos últimos cinco anos e cumprimento dos limites constitucionais

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) emitiu parecer prévio favorável às contas de governo de 2025, último exercício completo da gestão Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. O voto do relator, conselheiro José Carlos Novelli, foi aprovado por unanimidade pelo Plenário.

Entre os principais resultados apontados pelo Tribunal estão um saldo positivo de R$ 3,4 bilhões nas contas do Estado e R$ 9,7 bilhões disponíveis em caixa, maior valor dos últimos cinco anos. O relatório também destacou que Mato Grosso terminou 2025 com as contas equilibradas e uma situação financeira positiva de R$ 5,5 bilhões em relação às dívidas.

O relatório também reconheceu o cumprimento dos principais limites constitucionais e legais. Mato Grosso destinou 26,73% da receita para a Educação, acima do mínimo de 25%, e 17,47% para a Saúde, enquanto o limite para despesas com pessoal ficou em 45,54%, abaixo do teto de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Para o candidato ao Senado, Mauro Mendes, o resultado é consequência de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade com o dinheiro público e capacidade de transformar o equilíbrio das contas em investimentos que chegam diretamente à população.

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“Quando se trabalha com seriedade, planejamento e responsabilidade, os resultados aparecem. Nós organizamos as contas do Estado para poder fazer aquilo que realmente importa: investir. Fizemos os maiores investimentos em obras e ações da história de Mato Grosso, levando serviços, infraestrutura e melhorias para perto da casa do cidadão, em todas as regiões”, afirmou Mauro.

Em 2025, a receita arrecadada pelo Estado chegou a R$ 42,6 bilhões, valor 15,16% superior à previsão inicial. O resultado financeiro, segundo o TCE, demonstra a capacidade fiscal acumulada pelo Estado ao final do exercício.

O parecer do conselheiro Novelli também registrou resultados positivos em áreas específicas das políticas públicas. Na segurança, houve redução dos homicídios e dos roubos de veículos. Na educação, os dados disponíveis apontaram melhora nos índices do Ideb. Já a cobertura geral de abastecimento de água ficou acima da média nacional. Na previdência estadual, houve redução de 6,01% no déficit atuarial da MT Prev, que terminou o exercício em R$ 58,3 bilhões.

“O Estado encerrou o exercício com resultado orçamentário ajustado positivo, elevada disponibilidade financeira, endividamento sob controle e cumprimento dos principais limites constitucionais e legais relativos à educação, à saúde e às despesas com pessoal. Esse cenário evidencia a capacidade fiscal do Governo de sustentar e aprimorar as políticas públicas e os investimentos estaduais”, afirmou Novelli.

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O processo segue agora para julgamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

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