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Regras de conduta e ética nas compras governamentais, desafios e fiscalização são temas do Ouvidoria Day que TCE-MT realizará dia 20

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A responsabilidade das unidades de Controle Interno na orientação sobre regras de conduta e ética para servidores públicos dos setores que identificam as demandas, solicitam as aquisições e elaboram os termos iniciais e aos que cuidam dos processos licitatórios, bem como os desafios das Ouvidorias como instrumento de fiscalização da integridade e de combate à corrupção, enquanto canal para recebimento de manifestação do cidadão, são dois dos quatro temas que movimentarão o Ouvidoria Day presencial que o TCE-MT realizará no dia 20 e 21 de março, voltado para servidores de ouvidorias e controles internos dos órgãos públicos de Mato Grosso.

A temática central será “O Papel da Ouvidoria e a atuação do Controle Interno em benefício do controle social”, assunto que movimentará o primeiro painel e cujo palestrante será o corregedor da Procuradoria Federal da Advocacia Geral da União (AGU), Gilberto Waller Junior. O procurador já passou pela Controladoria Geral da União, onde também atuou como corregedor e ouvidor.

A palestra sobre regras de conduta e ética será ministrada pelo empresário e administrador de empresas Wagner Roberto de Figueiredo. Com atuação no ramo da tecnologia em segurança eletrônica e automação predial, Figueiredo está do outro lado da mesa e falará sobre o que o mercado fornecedor de bens e servidos espera dos órgãos públicos quanto a regras de conduta e ética nas compras governamentais. A empresa de Figueiredo se submete a regras de compliance no relacionamento com clientes.

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Com vasta atuação e conhecimento do funcionamento do setor, a ouvidora Danielle Ventura palestrará sobre os desafios das Ouvidorias. A quarta palestra do dia 20 de março apresentará a experiência da Controladoria Geral da União na aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), na intenção de apresentar exemplos práticos para os órgãos públicos. O palestrante será o coordenador geral de Dados e Inovação da CGU, Gabriel de Luccas Ruiz.

Por decisão do conselheiro-presidente Sérgio Ricardo, a Ouvidoria-geral do TCE-MT, dirigida pelo conselheiro Antonio Joaquim, organizou a programação de maneira a atender os públicos das ouvidorias e dos controles internos. Para facilitar a dinâmica, cada painel terá tempo de até 40 minutos para apresentação do tema e 10 minutos cada para dois debatedores convidados, com até 3 perguntas do público. A superintendência regional da CGU em Mato Grosso é parceira do Ouvidoria Day.

Em praticamente todos os estados os tribunais de contas estão realizando a atividade Ouvidoria Day no dia 20 de março, em alusão ao Dia do Ouvidor (dia 16), por recomendação do Instituto Rui Barbosa (IRB). Sob a supervisão da Escola Superior de Contas, em Mato Grosso o evento terá um segundo dia. No dia 21, no período de 8h ás 12h, serão apresentadas duas palestras pela Secretaria Geral de Controle Externo (Segecex) e pela Secretaria de Planejamento e Coordenação, sobre Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M) e sobre Gerenciamento de Planejamento Estratégico (GPE). O evento se encerrará com os ouvidores dos órgãos públicos debatendo a criação da Rede Mato-grossense de Ouvidorias (Remouv).

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Fonte: TCE MT – MT

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TCE aprova contas de 2025 da gestão Mauro e destaca avanços em segurança e educação

Parecer do Tribunal de Contas reconhece superávit de R$ 3,4 bilhões, maior resultado financeiro dos últimos cinco anos e cumprimento dos limites constitucionais

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) emitiu parecer prévio favorável às contas de governo de 2025, último exercício completo da gestão Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. O voto do relator, conselheiro José Carlos Novelli, foi aprovado por unanimidade pelo Plenário.

Entre os principais resultados apontados pelo Tribunal estão um saldo positivo de R$ 3,4 bilhões nas contas do Estado e R$ 9,7 bilhões disponíveis em caixa, maior valor dos últimos cinco anos. O relatório também destacou que Mato Grosso terminou 2025 com as contas equilibradas e uma situação financeira positiva de R$ 5,5 bilhões em relação às dívidas.

O relatório também reconheceu o cumprimento dos principais limites constitucionais e legais. Mato Grosso destinou 26,73% da receita para a Educação, acima do mínimo de 25%, e 17,47% para a Saúde, enquanto o limite para despesas com pessoal ficou em 45,54%, abaixo do teto de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Para o candidato ao Senado, Mauro Mendes, o resultado é consequência de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade com o dinheiro público e capacidade de transformar o equilíbrio das contas em investimentos que chegam diretamente à população.

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“Quando se trabalha com seriedade, planejamento e responsabilidade, os resultados aparecem. Nós organizamos as contas do Estado para poder fazer aquilo que realmente importa: investir. Fizemos os maiores investimentos em obras e ações da história de Mato Grosso, levando serviços, infraestrutura e melhorias para perto da casa do cidadão, em todas as regiões”, afirmou Mauro.

Em 2025, a receita arrecadada pelo Estado chegou a R$ 42,6 bilhões, valor 15,16% superior à previsão inicial. O resultado financeiro, segundo o TCE, demonstra a capacidade fiscal acumulada pelo Estado ao final do exercício.

O parecer do conselheiro Novelli também registrou resultados positivos em áreas específicas das políticas públicas. Na segurança, houve redução dos homicídios e dos roubos de veículos. Na educação, os dados disponíveis apontaram melhora nos índices do Ideb. Já a cobertura geral de abastecimento de água ficou acima da média nacional. Na previdência estadual, houve redução de 6,01% no déficit atuarial da MT Prev, que terminou o exercício em R$ 58,3 bilhões.

“O Estado encerrou o exercício com resultado orçamentário ajustado positivo, elevada disponibilidade financeira, endividamento sob controle e cumprimento dos principais limites constitucionais e legais relativos à educação, à saúde e às despesas com pessoal. Esse cenário evidencia a capacidade fiscal do Governo de sustentar e aprimorar as políticas públicas e os investimentos estaduais”, afirmou Novelli.

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O processo segue agora para julgamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

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