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Controle Externo e Dialógico em Cidades Inteligentes é tema do 13º módulo do MBA em Gestão de Cidades

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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13º módulo do MBA em Gestão de Cidades foi conduzido pela auditora de Controle Externo do TCE-MT Simony Jin. Clique aqui para ampliar

O 13º módulo do MBA em Gestão de Cidades, promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) em parceria com a Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), abordou o tema “Controle Externo e Dialógico em Cidades Inteligentes”. A aula, realizada na última sexta-feira (5), foi conduzida pela auditora de Controle Externo do TCE-MT Simony Jin, integrante do Núcleo de Concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs) e assistente-técnica do Comitê de Concessões e PPPs do Instituto Rui Barbosa (IRB).

Na ocasião, Simony apresentou os conceitos estruturantes do controle externo, as diferenças entre controle concomitante e a posteriori e a importância do diálogo para a efetivação de políticas públicas inovadoras. “Os Tribunais de Contas ainda são muito desconhecidos da sociedade e, mesmo entre gestores e controladores internos, persistem dúvidas sobre sua atuação. Estamos trazendo uma mudança de perspectiva, mostrando que o controle externo pode ser um aliado, aproximando a gestão pública e auxiliando na concretização de inovações.”

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A auditora também ressaltou a relevância de instrumentos como o consensualismo e as auditorias operacionais, que buscam dar maior efetividade às políticas públicas e contribuir para a consolidação de cidades inteligentes. “Com essas ferramentas e uma visão mais colaborativa, é possível alinhar controle externo e gestão pública para tornar as cidades inteligentes. Assim, por consequência, termos também um Tribunal de Contas inteligente”, completou Simony.

No encontro, realizado no auditório da Escola Superior de Contas, com transmissão ao vivo pelo Canal do TCE-MT no YouTube e pela TV Contas (Canal 30.2), foram abordadas ainda as possibilidades abertas pelas ferramentas virtuais e pelo uso de inteligência artificial no controle externo, como mais amplitude de atuação e melhor seleção de áreas de risco, sem necessidade de presença física. “O desafio está na segurança dos dados, mas o TCE-MT tem atuado para desenvolver e aprimorar ferramentas que permitam uma fiscalização mais eficiente”, explicou Simony.

Graduada em Filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e em Direito pela Universidade de Cuiabá (UNIC), a facilitadora é mestre em Educação (UFMT), pós-graduada em Direito e Controle Externo pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), especialista em Liderança Feminina pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e em Modelagem Econômico-Financeira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), além de doutoranda em Função Social do Direito pela Fadisp. Atualmente preside a Associação dos Auditores do Tribunal de Contas de Mato Grosso (Audipe).

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A pós-graduação em Gestão de Cidades integra a estratégia da atual gestão do TCE-MT, presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo, para fortalecer a capacitação contínua de servidores e gestores públicos. O curso tem carga horária total de 360 horas, reúne cerca de mil alunos, entre prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários e técnicos municipais, além de servidores da administração estadual de Mato Grosso com formação superior, e é coordenado pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Sérgio Ricardo esquece que é presidente do TCE, dá uma de deputado, é criticado nas redes e esculhamba internautas, inclusive mulher, chamando seguidora de “idiota” Veja prints 

Presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso reagiu com ataques após receber críticas em publicação sobre o Portão do Inferno; repercussão negativa tomou conta das redes sociais e postagens acabaram apagadas

O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, protagonizou uma cena inusitada e polêmica nas redes sociais após publicar um vídeo criticando a demora nas obras do Portão do Inferno, em Chapada dos Guimarães. O que era para ser apenas uma manifestação institucional rapidamente virou um bate-boca público com internautas incluindo ataques direcionados a mulheres.

Nas respostas aos comentários, Sérgio Ricardo abandonou o tom institucional esperado de um chefe de órgão de controle e partiu para o confronto direto, utilizando palavras como “idiota”, “imbecil” e “massa de manobra” contra seguidores que questionaram sua atuação e o momento escolhido para criticar a situação da obra.

Uma internauta comentou:

“Mas vc tava onde quando essa baderna começou hein??? Tá um pouco atraso nessa mídia hein”.

Irritado, o presidente do TCE respondeu:

“Sempre estive defendendo os interesses do povo. E você estava onde? Com certeza escondida atrás dessa imbecilidade que demonstra nesta mensagem. Vai estudar. Deixa de ser idiota ou massa de manobra.”

A resposta gerou ainda mais revolta nos comentários. Diversos seguidores passaram a questionar a postura do presidente da Corte de Contas, alegando incompatibilidade entre o cargo ocupado e o comportamento adotado nas redes sociais.

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Outro internauta ironizou:

“Do nada o cara resolveu rodar Mato Grosso”.

Sérgio Ricardo voltou a rebater em tom agressivo:

“Não sou candidato a nada. Não preciso de voto. Estou trabalhando pois é o meu papel. É por causa de gente imbecil igual você que esse estado está desse jeito. Vai procurar o que fazer.”

A repercussão negativa se espalhou rapidamente em páginas políticas e grupos de WhatsApp, principalmente pelo fato de o presidente do TCE ter direcionado ataques a cidadãos comuns e utilizado termos ofensivos contra uma mulher que apenas questionou sua atuação.

Internautas também criticaram o que classificaram como “postura de pré-candidato”, afirmando que Sérgio Ricardo estaria tentando assumir protagonismo político em pautas populares enquanto deixa de agir com a sobriedade exigida pelo cargo que ocupa.

Após a repercussão e o aumento das críticas, publicações e respostas atribuídas ao presidente do TCE passaram a desaparecer das redes, aumentando ainda mais o desgaste do episódio.

Nos bastidores políticos, o caso já é tratado como mais um desgaste de imagem envolvendo agentes públicos que trocam o comportamento institucional por embates pessoais em redes sociais.

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