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Contas anuais em julgamento nesta terça-feira abrangem quase 170 mil habitantes

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realiza, a partir das 8h30 desta terça-feira (27), a 22ª sessão ordinária de 2022 e julga contas anuais de governo de municípios que juntos totalizam quase 160 mil habitantes. 

Está previsto o julgamento das contas anuais de governo de Pontes e Lacerda (45.774 habitantes), Araguaiana (3.064 habitantes), Feliz Natal (14.847 habitantes), Acorizal (5.334 habitantes), Alto Taquari (11.413 habitantes), Santa Cruz do Xingu (2.700 habitantes), Lambari D´Oeste (5.431 habitantes), Nova Marilândia (3.332 habitantes), Carlinda (10.985 habitantes), Jangada (8.451 habitantes), Campinápolis (16.919 habitantes), Bom Jesus do Araguaia (6.830 habitantes), Nova Guarita (4.929 habitantes) e Juruena (16.335 habitantes). 

Nas contas anuais de governo, o TCE-MT avalia a gestão política dos chefes do Poder Executivo e emite um parecer prévio para auxiliar no julgamento do Poder Legislativo.

Além dos balanços, também está na pauta do Plenário uma tomada de contas ordinária envolvendo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, representação de natureza interna sobre Campinápolis e recurso.

A pauta ordinária foi publicada no Diário Oficial de Contas (DOC) de quarta-feira (21) – clique aqui.

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Fonte: TCE MT

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Vaidade de Sérgio Ricardo pode adiar sonho de Antônio Joaquim de voltar à presidência do TCE

Atual presidente é apontado nos bastidores como interessado em permanecer no comando da Corte de Contas, movimento que dificulta a ascensão de outros conselheiros.

A sucessão na presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) já movimenta os bastidores da instituição e tem como principal personagem o atual presidente, Sérgio Ricardo.

Nos corredores da Corte, cresce a avaliação de que o conselheiro pretende buscar um novo mandato, mesmo diante da expectativa de alternância no comando do órgão.

Interlocutores próximos ao Tribunal afirmam que a permanência de Sérgio Ricardo estaria diretamente ligada ao desejo de manter influência sobre os rumos administrativos e políticos da instituição.

A avaliação de alguns conselheiros é que a forte vaidade do atual presidente dificulta a construção de um consenso em torno da renovação da Mesa Diretora.

Nesse cenário, um dos principais afetados seria o conselheiro Antônio Joaquim. Veterano da Corte e ex-presidente do TCE, ele é apontado há anos como um dos nomes naturais para retornar ao comando da instituição.

Entretanto, a eventual decisão de Sérgio Ricardo de disputar novamente a presidência pode adiar, mais uma vez, o projeto político-administrativo de Antônio Joaquim.

Nos bastidores, há quem interprete o movimento como uma demonstração de que Sérgio Ricardo não estaria disposto a abrir espaço para que outro colega conselheiro assuma o protagonismo na Corte de Contas. A permanência no cargo, segundo essa leitura, seria impulsionada não apenas por questões administrativas, mas também pelo capital político acumulado durante sua gestão.

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Embora nenhuma candidatura tenha sido oficialmente lançada, o tema já provoca debates entre membros do Tribunal e agentes políticos ligados ao sistema de controle externo. A expectativa é de que as conversas se intensifiquem nos próximos meses, à medida que o processo eleitoral interno se aproxima.

Caso a reeleição de Sérgio Ricardo se confirme, Antônio Joaquim poderá ter de aguardar mais um ciclo para tentar concretizar o objetivo de voltar a presidir o Tribunal de Contas, cargo que já ocupou em outras oportunidades e que continua sendo visto por seus apoiadores como uma meta legítima dentro da trajetória do conselheiro.

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