SAÚDE

Ministério da Saúde oficializa mudança na Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente

O Ministério da Saúde tem nova condução na Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), que passa a ser gerida por Fabiano Geraldo Pimenta Junior. A SVSA é responsável por coordenar as políticas nacionais de vigilância epidemiológica e ambiental, imunizações, prevenção e controle de doenças e agravos, além da preparação e resposta às emergências em saúde pública no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Mestre em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Fabiano Geraldo Pimenta Junior é graduado em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura de Lavras (ESAL/UFLA) e possui especializações em Epidemiologia e Controle de Endemias, Bioestatística, Planejamento Estratégico e Tecnologias em Saúde. Ao longo da carreira, construiu sólida trajetória na área da saúde pública, com atuação em vigilância em saúde, gestão e formulação de políticas públicas voltadas à prevenção, vigilância e controle de doenças, especialmente arboviroses, além do planejamento, monitoramento e avaliação de indicadores em saúde.

Servidor de carreira do Ministério da Saúde, Fabiano Pimenta exerceu o cargo de secretário de Vigilância em Saúde entre 2006 e 2007. Posteriormente, foi secretário municipal de Saúde de Belo Horizonte de 2013 a 2016, e atuou como consultor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), entre outras funções voltadas ao fortalecimento da saúde pública.

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Mariângela Simão

Fabiano Pimenta sucede a Mariângela Batista Galvão Simão, médica formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com residência em Pediatria, especialização em Saúde Pública e mestrado em Saúde Materno-Infantil pela University of London. Ao longo de sua trajetória profissional, atuou nas áreas de saúde pública, saúde da mulher e saúde da criança, com passagens pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná, pela Prefeitura de Curitiba, pelo Ministério da Saúde e por organismos internacionais.

Em julho deste ano, Mariângela Simão foi nomeada Relatora Especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Direito de toda pessoa ao gozo do mais elevado nível possível de saúde física e mental. A designação foi anunciada durante a 62ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, realizada em 8 de julho, em Genebra. 

João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Ministro da Saúde participa de simpósio sobre hospitais inteligentes e uso da inteligência artificial no cuidado

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta quarta-feira (5), em São Paulo, da abertura do 1º Simpósio Internacional de Hospitais Inteligentes e IA na Saúde. O evento debateu os novos caminhos na área da saúde no Brasil com o uso das melhores inovações, medicina intensiva e monitoramento conectado, além da implementação da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes e Medicina de Alta Precisão no Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto prevê a modernização da rede pública por meio da integração entre assistência, pesquisa e inovação, com foco na transformação digital da atenção especializada e no uso de inteligência de dados para apoiar a tomada de decisão dos profissionais de saúde. A iniciativa contempla a implantação do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), a modernização de hospitais estratégicos da rede pública e a Rede Nacional de UTIs Inteligentes, atualmente em funcionamento em seis unidades de saúde do país.

“O Brasil está estruturando um mercado de tecnologia e de produtos para a saúde, desenvolvidos a partir das características do nosso país e que poderão ser utilizados tanto pela rede pública quanto pela rede privada. Com a execução desse projeto, vamos atrair empresas internacionais, gerar mais empregos, renda e tecnologia. O SUS precisa ser visto como um estimulador da produção nacional de produtos em saúde”, afirmou o ministro.

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O Hospital Inteligente, que contará com financiamento do Banco do BRICS, será voltado ao atendimento de urgências e emergências e foi concebido para integrar inteligência artificial, conectividade 5G e sistemas digitais aos processos assistenciais. O projeto prevê capacidade para aproximadamente 190 mil internações por ano, com 800 leitos, dos quais 250 destinados à emergência, 350 à terapia intensiva e 200 à enfermaria, além de 25 salas cirúrgicas.

As UTIs Inteligentes já estão em funcionamento em seis unidades de saúde do país, localizadas em Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro (Hospital Universitário Clementino Fraga Filho), Recife e Belo Horizonte. As tecnologias adotadas permitem o monitoramento contínuo dos pacientes, auxiliam na identificação precoce de alterações no quadro clínico, utilizam inteligência artificial para apoiar a avaliação de riscos e a priorização do atendimento e organizam, de forma integrada ao prontuário eletrônico, informações relevantes para a tomada de decisão pelas equipes de saúde.

A estratégia também inclui o projeto-piloto do SAMU Inteligente, inicialmente implementado em Recife (PE), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS). A proposta prevê a integração entre UTIs, ambulâncias e centrais de regulação por meio do compartilhamento de dados clínicos em tempo real, permitindo a transmissão antecipada de sinais vitais durante o transporte dos pacientes para qualificar a assistência pré-hospitalar e reduzir o tempo de resposta.

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Rafaelle Pereira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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