POLÍTICA NACIONAL

Senado confirma Maria Elisa Teófilo de Luna para a embaixada em Granada

O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (11), a indicação de Maria Elisa Teófilo de Luna como chefe da embaixada do Brasil em Granada, acumulando com o cargo de embaixadora que já exerce na República de Trinidad e Tobago (MSF 18/2025). Ele teve 40 votos a favor e uma abstenção. 

Na Comissão de Relações Exteriores (CRE), o nome dela havia sido aprovado com parecer do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). O parlamentar destacou a importância da presença diplomática brasileira no Caribe. 

Com relações diplomáticas com o Brasil desde 1976, Granada é uma pequena nação insular do Caribe. Sua economia é baseada nos setores de serviços e turismo, e se mantém politicamente estável.  

Maria Elisa, ministra de primeira classe desde 2012, formou-se em direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela acumula passagens por Abu-Dhabi, Havana, Milão, Assunção, Lisboa, Bruxelas, Dacar, Montreal e Acra — onde exerceu o cargo de embaixadora entre 2017 e 2022.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova projeto que trata da atenção integral à pessoa com síndrome de Down no SUS

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) a prestar atenção integral e atendimento multiprofissional a pessoas com síndrome de Down.

Pelo texto, a atenção integral envolverá medidas como o desenvolvimento de programas de diagnóstico precoce (na gestação ou início de vida), transparência sobre o tratamento, direito à integralidade da assistência e participação da família na definição das ações de saúde.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovado o substitutivo acatado anteriormente na Comissão de Saúde para o Projeto de Lei 438/23, do deputado Duarte Jr. (Avante-MA).

O substitutivo melhora a concisão e a técnica legislativa do projeto. “Em lugar de enumerar diretamente na lei especialidades profissionais obrigatórias e serviços específicos, o substitutivo organiza a política em torno de diretrizes principiológicas e programáticas”, esclareceu Laura Carneiro.

Ela acrescentou que, ao remeter a proposta para regulamentação posterior pelo Executivo, o substitutivo garante que os direitos previstos sejam prestados na forma dos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas previstos em lei e dentro da capacidade de comprometimento orçamentário e financeiro.

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Próximos passos
Além da Comissão de Saúde, o projeto foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Agora, o texto seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e, depois, ser sancionada pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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