POLÍTICA NACIONAL
Plano de expansão de energia é tema de debate nesta terça-feira
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados promoverá audiência pública nesta terça-feira (30) para discutir o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2034. O debate será realizado às 10 horas, no plenário 14.
A reunião foi solicitada pelo deputado General Pazuello (PL-RJ). Segundo ele, o plano é o principal instrumento de planejamento do setor energético, projetando necessidades e diretrizes para a expansão sustentável da oferta de energia no país.
A audiência, ressalta Pazuello, ocorre em um momento estratégico, marcado pela transição energética global, pelos compromissos de descarbonização e pelo aumento da demanda interna.
“O objetivo é garantir segurança energética com preços acessíveis à população e à indústria”, afirma o deputado.
O que é o plano
O Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2034 é um documento estratégico elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética, com apoio do Ministério de Minas e Energia, que traça diretrizes para o desenvolvimento do setor energético brasileiro no período de 2025 a 2034.
Da Redação – ND
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Governo veta integralmente projeto de incentivo ao primeiro emprego
O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, vetou integralmente o projeto de lei que flexibiliza regras para a entrada no mercado de trabalho de jovens com idades entre 18 e 29 anos que nunca tiveram carteira assinada. O Programa Contrato de Primeiro Emprego, objeto do PL 5.228/2019, previa redução da alíquota do FGTS e da contribuição à Previdência como incentivos para as empresas contratarem pessoas sem experiência.
O governo argumenta que o projeto, aprovado em maio pelo Congresso Nacional, contraria a Constituição e o interesse público. A mensagem presidencial de veto 542, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (18), sustenta que o texto fere a Constituição ao instituir modalidade diferenciada de contrato trabalhista com diminuição de garantias laborais, o que constitui “afronta aos princípios da isonomia, da igualdade material e da vedação ao retrocesso social”. Além disso, a redução da alíquota do FGTS imporia aos trabalhadores “padrão protetivo inferior ao dos demais celetistas” e comprometeria o equilíbrio financeiro da Previdência Social.
O Congresso decidirá, em sessão conjunta, se mantém ou derruba o veto.
O autor da proposta é o senador Irajá (PSD-TO). Depois de aprovado pelos senadores e alterado na Câmara dos Deputados, o texto definitivo teve a aprovação do Plenário do Senado em 27 de maio, com relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Na ocasião, Irajá declarou que a aprovação de seu projeto representaria “uma conquista para 10 milhões de jovens brasileiros”. Segundo ele, a proposta criaria “um novo ambiente de estímulo para a contratação de jovens sem experiência profissional”.
O projeto também tem sido chamado de Lei Bruno Covas, em homenagem ao ex-prefeito de São Paulo que morreu em 2021.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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