POLÍTICA NACIONAL

Laércio homenageia 64 anos de fundação do Banco do Estado do Sergipe

Em pronunciamento nesta terça-feira (18), o senador Laércio Oliveira (PP-SE) homenageou os 64 anos do Banco do Estado de Sergipe (Banese) e também seu fundador, o servidor público Adalberto Moura, que é seu sogro.

Laércio lembrou a trajetória de Moura, desde sua aprovação no Banco do Brasil até o convite do governo estadual para assumir a diretoria do Banese. O senador ressaltou que Moura condicionou sua aceitação ao compromisso de manter a instituição livre de ingerências políticas.

O parlamentar disse que tal compromisso foi pautado pela ética, pela técnica e pelo serviço à sociedade sergipana — princípios que, segundo ele, moldaram o Banese nas décadas seguintes e contribuíram para a solidez e a expansão da instituição.

Laércio declarou que, inicialmente com apenas seis funcionários, o Banese se tornou ao longo dos anos uma potência regional, presente em 75 municípios sergipanos, com 63 agências e quase 5 mil funcionários.

— Em seis décadas, o Banese se mantém como uma referência em saúde financeira, com crescimento no lucro líquido de 6% no segundo semestre deste ano. É um modelo de desenvolvimento para o povo sergipano, realizando sonhos e apoiando o cidadão empreendedor nordestino.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lei reconhece ofício das quebradeiras de coco babaçu como manifestação cultural

O ofício das quebradeiras de coco babaçu nos estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Pará agora é reconhecido em lei como manifestação da cultura nacional.

A Lei 15.431 foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (11).

O babaçu (Attalea speciosa) é uma palmeira nativa do Brasil, típica das Regiões Norte e Nordeste e do Cerrado. O ofício das quebradeiras envolve a coleta, a quebra e o beneficiamento do coco do babaçu, além do aproveitamento de subprodutos usados na alimentação, no artesanato e na produção de óleo, sabão, carvão, farinha e outros bens de uso cotidiano.

O reconhecimento oficial como manifestação da cultura nacional deve garantir maior visibilidade, proteção e valorização da atividade. A Constituição Federal assegura a proteção e promoção dessas manifestações por meio de políticas públicas e leis específicas. 

Tradição

A nova norma tem origem no Projeto de Lei (PL) 37/2025, do deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO). No Senado, o projeto foi aprovado em 12 de maio pela Comissão de Educação (CE), em decisão final.

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Em seu parecer favorável à matéria, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) ressaltou a importância cultural, social, econômica e ambiental da prática e considerou o ofício “um saber transmitido entre gerações, especialmente por mulheres”.

Além disso, segundo a parlamentar, a atividade está diretamente ligada ao modo de vida das comunidades, à organização coletiva, à relação com o território e ao manejo sustentável dos babaçuais.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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