POLÍTICA NACIONAL
Laércio critica medidas provisórias do setor de gás natural e de ZPEs
Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (12), o senador Laércio Oliveira (PP-SE) criticou a edição de duas medidas provisórias que, segundo ele, criam incentivos direcionados ao atendimento de agentes específicos.
A MP 1.304/2025, disse o senador, substitui a geração de energia de usinas termelétricas por hidrelétricas e limita as políticas públicas do setor de energia que serão custeadas pelo consumidor final. Já MP 1.307/2025, entre outros pontos, exige o uso de energia renovável em novos projetos de empresas instaladas em zonas de processamento de exportação (ZPE).
— Não é adequada, nem democrática a edição de medidas que privilegiem alguns agentes em detrimento dos demais, sem que haja racionalidade técnica que possa justificar tais procedimentos — afirmou.
Laércio elogiou a intenção do Ministério de Minas e Energia de reduzir custos dos sistemas de escoamento e processamento de gás. Mas afirmou que as iniciativas devem permitir amplo acesso para que todos os setores possam competir pelo gás mais barato. Ainda de acordo com o senador, não faz sentido estabelecer que novos projetos de zonas de processamento de exportação tenham apenas consumo de energia renovável, o que inviabilizaria, por exemplo, a instalação de um data center em ZPEs.
— Não faz qualquer sentido estabelecer que as Zonas de Processamento de Exportação, as famosas ZPEs, tenham consumo somente de energia renovável de novos projetos. Isso é um absurdo! –, ressaltou o parlamentar.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Comissão debate importância de dados oficiais sobre a população LGBTQIA+; participe
A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados debate, nesta quinta-feira (2), dados sobre a chamada Protocolação do Orgulho LGBTQIA+. O debate será interativo e ocorrerá às 16h no plenário 9.
A audiência atende pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo a parlamentar, o objetivo é debater a importância da produção e sistematização de dados oficiais sobre a população LGBTQIA+, considerando marcadores como raça, classe, território, orientação sexual e identidade de gênero, de forma a garantir maior efetividade às ações de promoção e proteção de direitos humanos.
A deputada acrescenta que o debate também busca assegurar que a coleta e a utilização dessas informações ocorram em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), conciliando transparência, proteção de dados sensíveis e controle social.
“A ausência de dados oficiais e sistematizados sobre a população LGBTQIA+ contribui para a invisibilidade das violências e desigualdades enfrentadas por essa população, dificultando a elaboração de políticas públicas eficazes e baseadas em evidências”, afirma.
Da Redação – RS
Fonte: Câmara dos Deputados
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