POLÍTICA NACIONAL

Izalci critica Câmara por rejeitar alterações feitas no Senado na reforma tributária

Em pronunciamento na terça-feira (17), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a rejeição, pela Câmara dos Deputados, das emendas ao texto da reforma tributária que haviam sido aprovadas no Senado. Ele afirmou que os deputados federais desconsideraram os acordos firmados entre as duas Casas do Congresso Nacional.

O parlamentar destacou o trabalho do relator da matéria no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), que acolheu diversas sugestões dos colegas.

Izalci ressaltou que há, na Câmara, uma recorrente rejeição das alterações em propostas feitas pelo Senado — o que, para ele, demonstra uma falta de sintonia entre as duas Casas. 

O senador também criticou a proposta, em discussão na Câmara, que, segundo ele, contém medidas prejudiciais aos militares. Izalci alertou para a gravidade do projeto e pediu que o Senado analise a matéria com cautela, destacando os impactos negativos para a categoria. 

— Esse projeto está sendo feito para condenar aqueles que ainda não foram condenados, acabando com a morte ficta e [promovendo] uma série de outras mudanças. Fica muito claro que é realmente uma retaliação aos militares.

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Outro ponto abordado por ele foi o pacote de cortes de gastos, com projetos que, de acordo com ele, afetam diretamente a população mais carente. O parlamentar alertou para o risco de uma tramitação acelerada das propostas no Senado, sem a devida análise em comissões, devido ao encerramento dos trabalhos legislativos. Izalci mencionou o impacto das medidas sobre benefícios sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), e afirmou que a retirada de avanços para pessoas com deficiência é uma “covardia”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Oficina Legislativa promove premiação para estudantes e professores do DF

A Oficina Legislativa do Senado Federal iniciou, nessa quarta-feira (29), o cadastro de propostas legislativas para a premiação de estudantes e professores do Distrito Federal. A iniciativa vai reconhecer, na categoria aluno, os dois autores das ideias legislativas com maior número de apoios no portal e-Cidadania. Na categoria professor, serão premiados os dois docentes com maior número de alunos com ideias aprovadas e publicadas. 

Criada em 2020, a Oficina Legislativa busca aproximar estudantes do processo legislativo. A atividade estimula a identificação de problemas nas comunidades e a elaboração de propostas que podem se transformar em projetos de lei.  

Nesta edição piloto de 2026, somente as instituições públicas e privadas do Distrito Federal podem participar. Serão entregues quatro notebooks, doados pelo Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis), sendo dois para estudantes e dois para professores. 

Como funciona 

Podem participar estudantes a partir de 12 anos e professores de instituições de ensino público e privado do Distrito Federal, incluindo educação básica, ensino técnico e superior, além de modalidades como Educação de Jovens e Adultos (EJA), ensino especial, do campo, indígena e quilombola.  

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Para concorrer, o professor deve cadastrar ao menos uma turma no sistema e gerar um código. Os alunos devem utilizar esse código ao enviar suas ideias legislativas pelo portal e-Cidadania, vinculando a proposta à turma. Os vencedores precisarão comprovar vínculo com a instituição de ensino por meio de ofício assinado via Gov.br. 

Cronograma

  • Cadastro de ideias: de 29 de abril a 5 de novembro de 2026. 
  • Contagem de apoios: de 29 de abril a 20 de novembro de 2026. 
  • Divulgação do resultado preliminar: até 4 de dezembro de 2026. 
  • Prazo para recursos: até três dias úteis após a divulgação do resultado preliminar. 
  • Resultado final: após a análise dos recursos. 

Mais informações estão disponíveis no regulamento da premiação. 

Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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