POLÍTICA NACIONAL

Irineópolis ganha o título de Capital Nacional do Trator

O município de Irineópolis, em Santa Catarina, passou a ter o título de Capital Nacional do Trator, conferido pela Lei 15.015 publicada nestas quarta-feira (13) no Diário Oficial da União. Promulgada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a norma é oriunda do Projeto de Lei 1.039/2020, do senador Esperidião Amin (PP-SC). 

A proposta, relatada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), foi aprovada na pela Comissão de Educação e Cultura (CE) no Senado em abril de 2023 e pela Câmara em junho deste ano.

Em defesa da matéria, Esperidião Amin afirma que, com a consolidação da festa do trator de Irineópolis, a imagem do município passou a ser associada ao veículo, que se tornou um dos símbolos da cidade.

A festa é um evento tradicional, atraindo pessoas de toda a região, em especial agricultores, argumenta o senador. São realizados diversos eventos culturais, gastronômicos, comerciais e de lazer, mas a principal atração é o desfile de tratores, conhecido como “tratoraço”, na Avenida 22 de Julho, a principal da cidade. Em 2015, na terceira edição da festa, o RankBrasil – Recordes Brasileiros registrou em Irineópolis a quebra do recorde de desfile de tratores no país, com 910 veículos.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Motta diz que combate à violência contra a mulher é prioridade na Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio é prioridade para a Casa.

Segundo ele, o grupo de trabalho (GT) criado para debater o projeto de lei que criminaliza a misoginia (PL 896/23) será instalado na próxima semana, e já estão previstas quatro audiências públicas.

O GT, coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP), deve apresentar um parecer até o início de junho para que a proposta seja debatida pelas bancadas.

“Já demonstramos essa prioridade com um grande volume de projetos aprovados, como o que coloca tornozeleira eletrônica em agressor de mulher, os que endureceram as penas contra quem comete violência contra a mulher, e propostas que previnem a violência”, afirmou o presidente.

“Somos signatários do pacto contra o feminicídio, que foi assinado com os demais Poderes para mudar a realidade no país”, acrescentou.

O que diz o projeto
O PL 896/23, já aprovado no Senado, equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo, tornando-a inafiançável e imprescritível.

A proposta prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e discriminação baseada na crença de supremacia masculina.

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Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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