POLÍTICA NACIONAL

Instalada Frente Parlamentar em Defesa das Terras Raras Brasileiras

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) foi eleito presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Terras Raras Brasileiras, que foi instalada nesta quarta-feira (1º). Ele lembrou que o Brasil possui a segunda maior reserva conhecida do mundo, atrás apenas da China.

Ao afirmar que as terras raras são a “chave para o futuro”, Nelsinho ressaltou que elas são essenciais para a fabricação de baterias, ímãs, turbinas eólicas e equipamentos de alta tecnologia. 

Formada por 16 titulares, a nova frente parlamenar tem por finalidade promover o debate estratégico sobre a exploração sustentável das terras raras no Brasil e seu papel no desenvolvimento tecnológico e econômico nacional.

Foi o próprio Nelsinho quem propôs a criação do grupo, por meio de um projeto de resolução: o PRS 31/2025.

— A nossa exploração ainda é irrisória, não está à altura do nosso potencial, mas queremos reverter esse quadro. Para isso, é preciso que tomemos uma série de providências — disse.

O senador destacou a importância do investimento em pesquisas para a competitividade econômica do país. Ele também disse que a frente pretende estimular toda a cadeia produtiva do setor, desde a extração até a industrialização de produtos de alto valor agregado.

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— Precisamos debater medidas necessárias para reduzir a dependência internacional desses insumos estratégicos, para estabelecer parcerias, diversificar fornecedores e prospectar mercados — acrescentou.

Nelsinho reforçou que a frente também pretende propor e monitorar um marco regulatório moderno e seguro para atrair grandes investimentos, além de contribuir para o Plano Nacional de Terras Raras.

Lúrya Rocha, sob supervisão de Augusto Castro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Efraim critica modelo do SUS e defende mudança na gestão da saúde pública

Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (13), o senador Efraim Filho (PL-PB) afirmou que a demora no acesso a consultas, exames e cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS) está associada a distorções no modelo de financiamento e à fragmentação da rede de atendimento. Segundo ele, a estrutura atual não garante eficiência nem priorização adequada dos pacientes.

— O grande debate é como resolver essas filas. O problema não são números, são vidas. De nada adianta, pura e simplesmente, estimular o aumento do número de cirurgias e procedimentos sem compromisso com a qualidade ou a priorização para quem realmente precisa. É grande o risco do desperdício. Trata-se de uma questão estrutural. Precisamos de uma mudança no modelo — disse.

O senador mencionou artigo do médico e ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga como referência para o debate sobre gestão e eficiência no SUS. O parlamentar também destacou a proposta apresentada no texto, que prevê a criação de uma unidade de referência para reorganizar os repasses e permitir a transição para um modelo baseado em resultados e na qualidade do atendimento.

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— Pagamos por procedimento, não pagamos por resolver o problema do paciente. E o mundo avançou nesse sentido: Reino Unido, Suécia, Holanda e Canadá, sistemas universais, já adotam modelos baseados no valor, e não no preço. Pagam por resultado, medem qualidade, colocam o paciente no centro das decisões. E o Brasil precisa fazer essa transição — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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