POLÍTICA NACIONAL

Fernanda Torres recebe voto de aplauso dos senadores

O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (19) requerimento de voto de aplauso a Fernanda Torres por sua atuação no filme Ainda Estou Aqui, pela qual conquistou o Globo de Ouro de melhor atriz, e pelo conjunto de sua obra.

A autora do requerimento (REQ 5/2025) é a senadora Leila Barros (PDT-DF), que definiu Fernanda Torres como “um dos maiores ícones da dramaturgia brasileira”. Segundo a parlamentar, “sua trajetória, marcada por personagens profundos e inesquecíveis, que nos fizeram rir e chorar, e a coloca como uma das mais talentosas e respeitadas atrizes de sua geração”, e o Globo de Ouro evidencia a importância da atriz no cenário internacional.

Em Plenário, Leila agradeceu aos senadores pelo apoio à homenagem, que considera extensiva ao conjunto da produção cinematográfica nacional e ao diretor de Ainda Estou Aqui, Walter Salles.

 — O cinema brasileiro está vivendo um momento único, um momento histórico. (…) Ainda Estou Aqui ainda concorre a melhor filme e a melhor filme estrangeiro, e Fernanda Torres concorre a melhor atriz no Oscar 2025. Vamos torcer; março está chegando, e vamos fazer esta justa homenagem.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lei amplia proteção a doméstica resgatada de trabalho análogo à escravidão 

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, com um veto, a lei que amplia a proteção a trabalhadoras domésticas resgatadas de condições análogas à escravidão. A norma garante prioridade no acesso ao Bolsa Família, amplia de três para seis parcelas o seguro-desemprego, cria medidas protetivas e prevê programas de reinserção no mercado de trabalho para as vítimas.

Publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2) como a Lei 15.455/26, a norma tem origem no PL 5760/23, de autoria do deputado Reimont (PT-RJ), aprovado pela Câmara em dezembro de 2024, e pelo Senado no início de junho. O texto também endurece as penas para crimes praticados contra trabalhadores domésticos e altera regras de fiscalização do trabalho na categoria.

A lei permite que juízes adotem medidas protetivas semelhantes às previstas na Lei Maria da Penha, como:

  • afastamento do agressor do domicílio ou do local de trabalho;
  • proibição de contato com a vítima e seus familiares;
  • encaminhamento da trabalhadora à rede de assistência social e psicossocial;
  • e acolhimento emergencial da vítima e sua inclusão no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
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A norma ainda aumenta a pena para lesão corporal praticada contra trabalhador doméstico e permite que a fiscalização do trabalho seja realizada mediante autorização do próprio empregado quando ele residir no local da prestação do serviço.

Segundo dados citados pelo relator do texto no Senado, o senador Paulo Paim, o Brasil registrou 2.772 resgates de pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão em 2025, alta de 26,8% em relação aos 2.186 casos registrados em 2024, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.

Veto
O presidente vetou o dispositivo que atribuía ao Poder Judiciário a determinação da inclusão da vítima entre os beneficiários do seguro-desemprego. Na mensagem de veto, o governo argumenta que a exigência criaria uma etapa adicional para acesso ao benefício e poderia atrasar o pagamento. O Congresso Nacional ainda poderá analisar o veto.

Como denunciar
Casos de trabalho análogo à escravidão podem ser denunciados por meio do Sistema Ipê, canal oficial do governo federal disponível na internet. As denúncias podem ser feitas de forma anônima.

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Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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