POLÍTICA NACIONAL

Empreendedorismo jovem e turismo cívico estão na pauta da CE

A Comissão de Educação e Cultura (CE) agendou reunião para a terça-feira (17), às 10h, para votar oito itens. O primeiro da pauta trata do empreendedorismo jovem (PLs 4.269 e 4.437/2021). 

Os dois projetos do senador Rogério Carvalho (PT-SE) tramitam juntos. O PL 4.269 cria um programa de incentivo ao empreendedorismo nas escolas públicas — a ideia é que estudantes aprendam noções de negócios, gestão e inovação. O PL 4.437 altera o Estatuto da Juventude para incluir o empreendedorismo como um direito formal dos jovens. A relatora é a senadora Teresa Leitão (PT-PE), presidente da CE.

Com relatoria do senador Marcos Pontes (PL-SP), o PL 899/2024, do senador Carlos Viana (Podemos-MG), regula a avaliação de aprendizagem de estudantes que ficam afastados da escola por razões de saúde, gravidez, pós-parto ou amamentação. 

Outro projeto previsto, do senador Izalci Lucas (PL-DF), permite que visitas a locais de interesse histórico, cultural e cívico — museus, monumentos, sítios históricos — sejam contadas como horas letivas na educação básica PL 3.903/2020. A relatora é a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Já o PL 3.347/2025, do senador Zequinha Marinho (PL-PA), propõe que o Programa Luz na Amazônia seja reconhecido oficialmente como manifestação da cultura nacional. A proposta é relatada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

Na pauta da CE, também constam itens sobre: um Mês de Conscientização sobre o Transtorno de Personalidade Borderline (PL 2.480/2021); informações sobre prevenção do câncer de próstata (PL 87/2025); audiência pública para debater a Síndrome de Prader-Willi (REQ 15/2026); e audiência pública sobre o Dia Nacional da Xilogravura (REQ 16/2026).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Davi: Congresso vai analisar em breve vetos que impedem transferências a municípios

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, afirmou nesta terça (19) que podem ser derrubados em breve os vetos presidenciais que impedem os municípios inadimplentes de até 65 mil habitantes de celebrar convênios para receber recursos federais (VET 51/2025). 

Com esse objetivo, ele informou que deverá convocar logo uma sessão conjunta do Congresso para analisar esses vetos.

— Eu e o presidente da Câmara, Hugo Motta, vamos ainda hoje, juntamente com os líderes do Congresso e do governo, organizar uma sessão do Congresso Nacional para que possamos analisar e derrubar esses vetos, e assim entregar para mais de três mil municípios a possibilidade de acessarem mais recursos do Estado brasileiro — declarou.

Davi fez o anúncio durante a 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, evento promovido pela Confederação Nacional de Municípios que reúne  milhares de prefeitos e outros gestores municipais.

— São mais de cinco mil municípios que têm menos de 65 mil habitantes. Desses, mais de 3,1 mil estão hoje inadimplentes, sem poder acessar os convênios de recursos apresentados pelo governo federal, por programas do governo e de recursos de transferências de emendas parlamentares — disse.

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O senador também defendeu maior autonomia para as administrações locais.

— Se queremos mais eficiência nas políticas públicas, precisamos imediatamente dar mais autonomia aos municípios brasileiros — argumentou.

Estavam presentes no evento o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; vários ministros, como José Guimarães (da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República); o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; vários governadores; e o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Ziulkoski.

Veto orçamentário

O VET 51/2025 contém vetos parciais da Presidência da República à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 — que havia sido aprovada pelo Congresso no final do ano passado.

O Executivo rejeitou os dispositivos que autorizavam os municípios inadimplentes de até 65 mil habitantes a celebrar convênios para receber recursos federais (mas, mesmo com os vetos, ainda há exceções que permitem que tais municípios recebam determinadas verbas da União).

Ao todo, 44 dispositivos da LDO foram vetados sob as justificativas de inconstitucionalidade, contrariedade ao interesse público, contrariedade à Lei de Responsabilidade Fiscal e invasão de matéria reservada a lei complementar.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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